Teorias do Plasma

Listamos aqui quatro teorias referentes ao novo tipo de plasma que o sr. Keshe quer nos apresentar:

 

Teoria Geral do Plasma

Tudo no universo é plasma e para se entender a realidade do universo e a formação dos sistemas é preciso observar tudo no nível de plasma, focalizar os eventos, processos, etapas conforme sua atuação como plasma e não como matéria. Por exemplo, o vácuo do espaço e o buraco negro é considerado ambiente de plasma por ser a representação em grande escala de um dos três componentes do plasma: a matéria escura. Os sóis e planetas e corpos celestes são considerados ambiente de plasma por serem a representação em grande escala de um dos três componentes do plasma: a matéria tangível. E o centro ígneo do Sol, o núcleo central dos planetas e a região central de cada galáxia, quando não preenchida por buraco negro mas apenas por campos magnéticos de tremenda intensidade e gravidade, são considerados ambiente de plasma por serem a represenação em grande escala de um dos três componentes do plasma: a antimatéria, também chamada de a matéria principal do plasma.

Teoria do Plasma ao nível atômico:

O plasma legítimo não é ao nível de eletrons e prótons de gases nobres que são eletrizados com alta tensão para ficarem ionizados e assim se iluminarem e gerar arcos voltaicos dentro de um tubo. Esse é o atual conceito de plasma, e está errado. Partículas eletrizadas de um gás não são plasma, mas apenas um efeito elétrico. No reino dos plasmas verdadeiros, podemos considerar um componente principal do átomo como sendo um plasma. O elétron é um plasma, o próton é outro plasma e o nêutron é outro plasma; Assim é porque eles são, basicamente, pacotes de campos magnéticos plasmáticos menores que se aglomeraram seguindo um mesmo conjunto de regras que rege a formação de todo plasma, onde o último estágio é:
1. a caracterização em volume de seus três componentes essenciais: a antimatéria (central) e a matéria escura e matéria tangível (periféricos);
2. o arranjo em formato toroidal dos três componentes essenciais, com sum extra de campos magnéticos plasmáticos soltos circundando-os e adentrando por entre o furo central e circulando ao redor dos blocos essenciais só para retornar ao furo central novamente, num ciclo sem fim. Estes campos magnéticos plasmáticos soltos servem como alimentação principal do sistema na medida do necessário, na manutenção do equilíbrio do plasma como um todo. A zona que conduz ao furo central de um plasma é considerada ser a zona preta de um plasma, com base nas recentes fotografias do núcleo atômico de um hidrogênio.
3. da mesma forma que no planeta Terra, a zona do furo central controla o campo magnético (campo magnético passivo) do plasma e tem características polares (norte, sul), enquanto que a zona periférica controla o campo gravitacional (força gravitacional) do plasma e tem características equatoriais (leste, oeste). É esta que mantém a matéria aglomerada e tem a ver com a força de Coulomb da partícula/plasma.

Teoria do plasma que vai do mais ínfimo raio até o seu componente essencial final:

O componente essencial final de um plasma pode ser um bloco de antimatéria (região central) ou dois blocos de matéria escura e matéria tangível (região periférica). Mas para chegar neste ponto, esta estrutura, na complexidade desta estrutura, diversificada em três componentes. uma série de processos e de ações/reações levaram à tal, durante a formação dos plasmas dos átomos (e indiretamente falando, durante a formação do universo).
Não listaremos aqui todos os processos e suas regras, embora muitos deles sejam conhecidos, mas apenas a resultante deles, desde o mais primordial evento, que é também o mais ínfimo em escala.
Em primeiro lugar há os raios magnéticos. Eles se aglomeram e passam a girar num ciclo e produzem os primeiros campos magnéticos. Estes campos magnéticos se adensam ao nível de plasma e se tornam campos magnéticos plasmáticos. O campo magnetico plasmático é o menor componente manipulável da equação e algum dia o ser humano irá aprender a manipulá-lo para criar todo tipo de estrutura atômica ou molecular que desejar. Continuando, Os campos magnéticos plasmáticos se aglomeram e formam sementes de plasma. As sementes de plasma vão se diferenciando conforme a sua intensidade ou nível vibracional até finalmente se tornarem em um componente do plasma, seja antimatéria, seja matéria escura, seja matéria tangível.

Teoria da divisão do plasma:

Para o sr. Keshe, todo nêutron de um átomo é basicamente um plasma mãe, pois sua instabilidade nos primórdios do universo (e até hoje, em certos reatores artificialmente construidos) tem feito com que o nêutron deixe de existir e se transforme num par de plasmas, conhecido como par próton e elétron, os quais são interdependentes entre si segundo a regra universal. Por esta razão, o nêutron as vezes é chamado de nêutron-mãe. Para Keshe, a transformação de nêutrons instáveis em pares próton-elétron é uma constante no unvierso e faz parte dos processos de criação. Levando isto para um nível macro, seu terceiro livro, intitulado A Origem do Universo, nos faz acreditar que, tal como o nêutron-mãe, o nosso universo atual é o resultado da transformação de um universo ainda mais antigo em dois universos irmãos, um maior e outro muito menor, equivalentes ao próton e ao elétron do átomo..

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