Mag-grav

Mag-grav significa, ao mesmo tempo, magnético e gravitacional. Significa que o magnético e o gravitacional estão funcionando num mesmo sistema, seja este um planeta, uma aeronave, uma nave espacial ou um reator esférico ou semi-esférico.

Olhando nos pormenores, mag-grav pode ser também um plasma, isto é, um próton, um elétron ou um nêutron.

Para saber mais sobre mag-grav, leia o seguinte artigo:

Para Keshe, mag-grav é uma dupla atuação simultânea de forças atuando em redor de um objeto, não exatamente de objetos físicos, mas sim de objetos caracterizados por terem campos dinâmicos e esféricos ou elipsóides, em volta dele. Como exemplos tempos o átomo (cada um de seus três componentes também podem ser considerados mag-grav), temos o reator dinâmico de Keshe, temos o corpo humano, temos o planeta Terra, o Sistema solar, a galáxia. A diferença entre um mag-grav e um objeto que contém apenas inércia é a existência, nos objetos mag-grav, de um formato esférico ou elipsóide e de uma circulação dinâmica de forças em seu redor. Então, uma pedra, uma caneta, uma bola de futebol, não podem ser mag-grav, apesar de cada átomo que os compõe ser um mag-grav.
Para ser um mag-grav tem de ter, ao mesmo tempo, forças magnéticas e gravitacionais. Daí advém o nome mag-grav, onde mag significa magnético e grav significa gravitacional.
A força magnética do mag-grav é aquela que empurra para fora, e ao interagir com outra força de mag-grav, exerce pressão sobre o outro objeto para que ele não se aproxime tanto. Uma outra característica da força magnética do mag-grav é que tudo que estiver dentro dele não sofre os efeitos de ser empurrado para fora, muitas vezes nem notando a presença desta força, pois a força magnética do mag-grav tem sua atuação principal nas extremidades, e quando em contato com outro mag-grav ou mesmo em contato com um objeto apenas com inércia, ajuda a afastá-lo ou a dificultar sua aproximação. Apenas no mag-grav do ser humano existe um diferencial, onde esta força magnética é mais psicológica e emocional.
A força gravitacional do mag-grav é aquela que puxa para dentro, para a superfície. É uma força fraca, de modo a NÃO fazer com que todos os objetos dentro dela fiquem grudados na superfície (grudados ao chão), e ao interagir com os objetos dentro da força magnética e gravitacional, exerce um puxão leve para dentro, NÃO deixando que os objetos dentro de seu campo fiquem flutuando mas sim presos à superfície. A força gravitacional do mag-grav, portanto, tem sua atuação principal na superfície e dentro de todo o seu campo de atuação, que é bem menor do que a força magnética do mag-grav.
Mas de onde vem a dupla atuação mag-grav? Vem de uma dupla de forças magnéticas de dentro da matéria. Para melhor entendimento, usaremos o exemplo do planeta Terra, mas para isto você precisa antes entender uma coisa sobre ele (planeta): é um princípio físico que Keshe descobriu fazendo e projetando seus reatores dinâmicos.
Existe um espaço menor, UMA CÂMARA – com elementos ativos e girando de forma dinâmica e produzindo reações – dentro do que os cientistas até agora chamaram de núcleo sólido de ferro no centro da Terra. Existe portanto um núcleo dinâmico dentro deste núcleo sólido. Se você não entender isto não pode entender a Terra, os mag-grav e os reatores dinâmicos de Keshe.
Uma forma de entender o núcleo dinâmico dentro do núcleo sólido é fazer uma projeção de menor tamanho do núcleo maior, aquele onde magmas revolventes ficam girando em camadas de massa dentro do núcleo exterior e que de vez em quando expelem algumas sobras através dos vulcões, para equilibrar seus níveis de pressão internos. Esta camada de lava está a girar em muitas camadas cada qual a uma velocidade diferente, sendo que a que gira mais rápido é aquela exatamente em contato com o núlceo sólido de ferro, lá no centro do planeta. Como resultado – e esse é um princípio da Física – esta massa revolvente girando rápido que, por estar girando rápido, produz um campo magnético correspondente ao núcleo inteiro, faz girar o núcleo sólido de ferro na mesma velocidade máxima daquela camada mais inferior de magma. Como agora sabemos – pela experiência de Keshe com os reatores e pelos estudos de alguns geólogos – que há atividade dentro do núcleo sólido, pois este não é totalmente sólido, então a massa de elementos dentro deste núcleo também está a girar, numa velocidade um pouco menor que o núcleo sólido, mas que combinado com a cadeia fechada de reações de transferência energéticas (cintilações, ionizações, pressões, aumentos de calor, eletricidade) não tendo para onde extravasar, pois está confinado numa camada imensa de ferro que está o tempo todo girando, vai produzir um campo magnético quase tão forte quanto o campo magnético do núcleo dinâmico de magma. São portanto dois campos magnéticos sendo este mais do centro o que provoca o puxão, e o da massa de magma o que provoca o empurrramento.
Didaticamente e a título de comparação o puxão e o empurramento são comparados a quando aproximamos dois ímãs em situações distintas. Se aproximamos polos iguais, como norte e norte, ou sul e sul, teremos força de empurramento. Se aproximamos polos diferentes, como norte e sul, teremos força de puxão. Em termos comparativos, isso é tudo que se precisa saber.
Então – outra vez temos o exemplo da Terra, mas poderia ser qualquer outro mag-grav – dentro do planeta temos dois campos magnéticos principais (podemos chamar eles de “campos mestres”), sendo que aquele mais do centro e um pouco menor em força ajustado para puxar, e o mais exterior resultado da lava revolvente e um pouco maior em força ajustado para empurrar. O efeito destes dois campos magnéticos produz do lado de fora do planeta a força de Gravidade e a magnetosfera, ambos funcionando ao mesmo tempo e numa só dinâmica, porém com zonas de atuação distintas. Isto é mag-grav !
Como resultado, temos a força de Gravidade da Terra e temos um pouco mais distante a magnetosfera. Objetos dentro da zona de gravidade são puxados “para baixo” por uma força fraca mas constante, caindo na mesma velocidade não importa seu peso ou tamanho. Objetos dentro da zona de gravidade não são afetados pela força magnética de empurramento, pois estes “vivem dentro dela” e “esta os atravessa inteiramente sem lhe provocar dano”. Isto é chamado de força magnética passiva. Da mesma forma, quando uma nave sai da zona de gravidade, ela tem de ter sua própria propulsão para sair da zona de magnetosfera, porque esta força magnética de empurramento “lhe atravessa inteiramente sem lhe provocar dano” mas também não lhe empurrará para fora como que milagoramente, simplesmente pelo fato de que a nave tenha saído da zona de gravidade. Vai ter que usar seus propulsores de igual forma, pois a força de empurramento SÓ ATUA ENTRE DOIS MAG-GRAV EM INTERAÇÃO, ou para evitar que objetos externos se aproximem rápido demais, ajudando a mantê-los sob uma certa distância, exercendo uma pressão sobre o outro mag-grav, ou sobre qualquer objeto sob inércia que se aproxime da magnetosfera. Isto é mag-grav !

NOTA: não se fala mag-gravs. Embora se trate um conjunto de forças, usa-se apenas o termo mag-grav.

Fonte:
https://www.facebook.com/KesheFoundationPortuguese/posts/775901925802031

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