Aula 5 – parte 1

 

RETORNAR À PARTE 3 DA AULA 4

AVANÇAR À PARTE 2 DA AULA 5

ESTA É A PARTE 1 DA AULA 5:

(postada em 20 de julho/2017)

00b professor M.T.Keshe

TEMA PRINCIPAL

  PLANOS DE DISTRIBUIÇÃO DA FUNDAÇÃO

NOÇÃO DE CONJUNTO E TORRE

COMPRESSÃO E CONDENSAÇÃO DE PLASMAS

AS TRÊS TORRES DE UM DISPOSITIVO M.P.

CONEXÕES E REGRAS DE CONEXÃO

CONSERTOS DE NANO REVESTIMENTOS QUEBRADOS

 

Dentre aqueles Embaixadores que compareceram no nosso Encontro de Embaixadores, em Roma, no mês passado (16/10/2015), já temos a confirmação das autoridades da Nigéria de que o MP doado funcionou corretamente para eles, já lhes proporcionando economia, e que eles estão na expectativa de receber e poder distribuir mais mil na Nigéria. Estas mil unidades ainda não estão prontas, e pela programação da FK, serão doados 1000 MPs para os nigerianos, 1000 para os italianos e 1000 para os palestinos, sendo disponibilizados mais 4000 para venda através do site. Esperamos poder cumprir este plano fabril até dezembro ou janeiro.
Alekz já está na Nigéria faz três semanas, e poderá assessorá-los diretamente e o nosso agente para o continente africano, o Benjamim, estará assessorando-o inclusive financeiramente no que o Alekz necessitar. Esperamos que este primeiro teste na Nigéria, feito pelas autoridades do governo, resulte finalmente no ensino em massa da tecnologia de plasma na Nigéria. Se isto realmente acontecer, nós apoiaremos vocês todos daqui da Itália até mesmo fazendo funcionar um canal direto de ensino para vocês. Com estas iniciativas, estamos dando e daremos definitivamente como inaugurada a nossa ética de poder ajudar os africanos com a tecnologia.
MONTAGENS
Hoje o que faremos é ir para o próximo passo, o das montagens do MP, levando em conta que vocês já têm prontos os seus três conjuntos de bobinas. Tentarei, no quadro a minha frente, separar as partes de um conjunto de bobinas com as seguintes cores: a cor verde representa a bobina de menor diâmetro ou interna, bobina gravitacional; a cor vermelho é apenas aquela extensão de arame mais comprida que sai para fora desta mesma bobina;  e a cor azul é a bobina de maior diâmetro, bobina magnética.
Espero que, na hora de fazer as bobinas, você tenha lembrado de dar *144 e 81 voltas nas bobinas, totalizando 6 bobinas de 144 voltas em dois diâmetros (3 para cada), e 6 de 81 voltas em dois diâmetros (3 para cada), assim as bobinas do conjunto menor têm 81 voltas e as do conjunto maior têm 144 voltas.
NOTA DO TRADUTOR: Era, originalmente, 150 e 70 voltas, mas como isto foi mudado rapidamente, poucos dias após, e a mudança foi feita pela própria FK, foi informado acima a quantidade correta de voltas, porque resulta em 9 na soma dos dígitos do número de voltas.
Então, o próximo passo é seguir conforme o modelo da animação abaixo, para preparar tanto o conjunto de bobinas maior, quanto o conjunto de bobinas menor.
92
(NOTA do E.: baseie-se nesta animação para aprender a forma de trabalhar, mas não repare no sentido anti-horário de construção das bobinas, pois ele está errado neste exemplo. Caso não possa ver a animação, clique AQUI para visualizar em janela separada).
Agora junte os dois conjuntos de bobinas de tamanhos diferentes para formar uma torre: Seu MP, lembre-se, terá três destas torres:
Use luvas na hora de segurar, pois os conjuntos foram nano revestidos previamente e dado banho de mix de Gans previamente.
Como resultado, o que você tem em mãos é chamado de uma torre de bobinas,
mas procure ver como se tivesse algo semelhante a uma concha dentro de outra concha, como se estivessem “em cascata” um conjunto em relação ao outro.
O conjunto de bobinas menor, ou interno, é gravitacional, e está puxando, coletando, atraindo campos; e o conjunto maior ou externo é magnético, e está soltando, liberando, expandindo campos.
É importante entender agora que, em cada torre, você terá internamente um campo gravitacional (conjunto menor) funcionando dentro de um campo magnético (conjunto maior).
[ esta é a razão de comparar com duas conchas ]
Também é importante que você entenda e se lembre disto: que, mais adiante (quando já estiver montada e pronta) o seu MP, a sua unidade inteira passará a se tornar em uma só força gravitacional, e esta força atrativa intrínseca ao dispositivo irá estar operando dentro de (ou contida em / escudada por) um campo mag-grav (magnético e gravitacional ao mesmo tempo) que é invisível e que se expande muito além do seu dispositivo.
O que você irá obter, como resultado disso, vai depender de como você conecta. Conectar corretamente é parte do segredo do seu sucesso. Portanto agora é importante que preste atenção em como você conecta os conjuntos.
O que você precisa fazer é lembrar que em dois conjuntos de bobinas formando uma torre você tem gravitacional (conjunto menor) e tem magnético (conjunto maior):
e então eles mesmos irão se tornar em campos mag-grav um em relação ao outro.
Você estará assim criando um ciclo sobrepondo outro ciclo a fim de que eles juntos possam alimentar a totalidade do ciclo maior. Este é o motivo pelo qual essas unidades são tão poderosas !
Então, em uma torre, você tem um conjunto menor de bobinas sobreposto ou circundado por outro conjunto maior de bobinas, e as próprias molas de cada conjunto estão também sobrepondo campos magnéticos uma em relação à outra.
Fazendo assim, você estará comprimindo os campos,
comprimindo-os ou condensando-os para dentro da mais alta ordem de intensidades do plasma.
[NOTA DO TRADUTOR: Esta afirmação faz lembrar a descamação de camadas mais fundas do rolo de papel, ilustrada em uma aula anterior].
MULHER:
Tal compressão seria comparável a imaginar que a caixa inteira do MP está confinada entre dois fortes ímãs de polaridades diferentes?
KESHE:
Sim.
Continuando, lembre-se agora que o gravitacional avança no sentido horário, e o magnético avança no sentido anti-horário.
NOTA DO TRADUTOR: Ao menos na forma de construção das canetas, esta regra do professor parece estar sendo confirmada recentemente… já em relação ao MP, ao menos me parece uma afirmação sem sentido no momento, já que toda esta aula o professor só fala no sentido horário.
Pela animação acima você viu que tudo começa com a “linha vermelha” (extensão de arame da bobina interna de um conjunto correspondente ao gravitacional ) avançando no sentido dos ponteiros do relógio e depois saindo para fo ra do conjunto, e isso tanto no conjunto menor quanto no conjunto maior.
[Keshe faz os respectivos movimentos descritos acima apontando diretamente para o quadro].
A primeira conexão que você deve fazer (leia a lição até o final antes de começar a conectar) é conectar este arame que sai para fora do conjunto menor (linha vermelha) na entrada da bobina gravitacional interna do conjunto maior (linha verde). Na ilustração abaixo, a linha preta com setas apenas “representa” esta conexão:
Fazendo esta conexão é como se você estivesse adicionando mais poder gravitacional ao poder gravitacional. Fazendo assim, nós mostramos que estamos querendo que o dispositivo absorva mais Campos (CmPs) a partir do ambiente em redor, onde tudo que ele puder absorver, tudo que ele puder tomar de Campos a partir do ambiente, ele pegue / atraia para  si.
E se seguir a sequência do fluxo da energia, você verá que ele vai em sentido horário pelo conjunto maior (linha verde tem continuação na vermelha) e sai na linha vermelha dele, que ainda está com a ponta solta. Você pega esta ponta e então conecta ela no lado direito da bobina magnética (cor azul) do conjunto menor. A linha preta com setas na ilustração apenas “representa” esta conexão que deverá ser feita.
Com isto, a força gravitacional que já percorreu longo caminho, e agora está forte e potente, é entregue então ao magnético do conjunto menor. Lembre que o conjunto menor, também chamado por Keshe de núcleo interno, tem função gravitacional.
[ Ao fazer esta conexão juntando a força gravitacional com a mola magnética do núcleo interno, começa pela primeira vez uma força mag-grav a atuar nesta torre. É como tirar a força gravitacional e passá-la para magnética. Keshe chama isso de passar de gravitacional à magnético, ou vive-versa, como uma coisa natural em sistemas de plasma. ]
de modo que assim você traz o gravitacional maior para o magnético do núcleo e com isso você consegue aumentar a voltagem (ou corrente?) e comprimi-lo novamente, reforçando o ciclo (de compressão energética).
NOTA DO TRADUTOR: Neste momento seria bom lembrar que voltagem comprimida equivale a corrente, segundo teóricos tais como Schappeller, por exemplo.
Então o que vemos é que a corrente percorre o ciclo no sentido horário, saindo pela outra extremidade (ponta azul do lado esquerdo do conjunto menor) e a próxima conexão que você faz então é conectar esta ponta com a ponta do lado direito do magnético (linha azul) do conjunto maior, conforme a linha preta com flechas indicativas faz “representar”.
E a corrente prossegue pelo magnético maior em sentido horário e sai do outro lado, e assim o campo mag-grav ficou ainda mais reforçado.
Com isto chegamos num ponto em que só restou dois pontos de conexão, que eu marquei aqui com um contorno amarelo para vocês acharem melhor:
O que você tem a sua frente neste momento é:
o começo do gravitacional do conjunto menor (linha verde, lado esquerdo) está livre,
e o final do magnético do conjunto maior (linha azul, lado esquerdo) está livre também.
Estes serão os seus dois “pontos de referência” por enquanto.
Nós consideramos:
– este ponto gravitacional (linha verde com contorno amarelo na ponta) como negativo, ou, melhor dizendo, como Entrada, em razão dele estar absorvendo energias para dentro dele próprio (já que se trata do começo do gravitacional do “núcleo”).
– e este ponto magnético (linha azul com contorno amarelo na ponta) tratamos como positivo, ou melhor dizendo, uma Saída, em razão de que está saindo para fora.
NOTA DO TRADUTOR: Keshe faz movimento com as mãos simulando ímãs de polaridades diferentes quando se encontram, para o negativo, e depois ímãs de polaridade igual quando tentam se encontrar, para o positivo. Não sei se isto seria relevante neste momento.
Embora uma torre seja uma dupla de conjuntos, um dentro do outro, o início dos processos é sempre dado pelo conjunto menor, o mais central, o “núcleo”. Se lembre portanto que, fazendo o sentido horário, você leva (absorve) a partir do gravitacional, o conjunto menor, e só então passa (a energia) para o conjunto maior, através da mola magnética do conjunto maior.
Seguindo o fluxo da energia, o circuito começa neste ponto de referência amarelo com contorno, mostrado no “núcleo”, e traça seu caminho sempre no sentido gravitacional (ele disse antes que o gravitacional avança no sentido horário), circulando e circulando até sair no outro ponto de referência amarelo com contorno, mostrado no conjunto maior. Se você observar bem o fluxo da energia você chega à esta mesma conclusão.
e como resultado deste fluxo, vai se construindo um total de forças de Campo (em uma dada torre).
Então, restam ainda estes dois pontos de referência, para conectar em sua montagem, certo?
Se você estiver observando em termos de incremento / aumento da intensidade do plasma (por absorção e por compactação),
você vai estar olhando para um plasma extraído a partir de uma minúscula quantidade de estado de matéria mas que está liberando energia continuamente.
E se quiser observar algo importante, baseado no que falei em teoria nas primeiras aulas, quaisquer pontas de arames quando são conectados a qualquer outra ponta, durante o processo de conexão, deverão estar nano revestidos. Assim tem que ser porque eles estando nano revestidos se mantém constantemente se carregando de forças.
O que foi passado até aqui trata-se do mais básico e fundamental em termos de “fonte de potência” (de plasma), na medida que você vai acrescentando outras torres, na medida que você vai permitindo ao plasma aumentar sua potência (espalhando naturalmente nano revestimentos pela fiação da residência), e até mesmo quando você tiver de construir MPs de diferentes tamanhos.
Então, o próximo passo é providenciar três bandejas de plástico, redondas ou triangulares, semelhantes a um prato, mas que sejam montável em três bandejas uma sobre a outra e no final fique tudo muito firme, parafusado ou coisa assim. Mas também providencie que haja bem no centro da torre de bobinas um espaço oco que seja razoável.
Ao projetar isto lembre-se que você está tentando trabalhar sob uma condição de plasma que é universal, e uma condição universal significa que este espaço oco no meio da torre é equivalente ao tamanho do plasma do Sol, de modo a que se torne em um sol para toda aquela torre de bobinas. Então tem que haver espaço suficiente no centro da torre, certo?
Vamos agora procurar entender para quê serve este espaço oco no centro.
Para que você possa garantir um suprimento infinito de plasma, você deve colocar dentro de uma bola ou esfera alguns dos principais Gans, na forma de um mix de Gans, tal como falei antes em outra aula. Este mix de alguns Gans deve ir dentro da esfera, e a esfera ficar colocada no centro ou espaço oco da torre, de cada torre de bobinas.
Então, ao criar algo tal como um sol no meio, você estará criando uma fonte que fornece energia continuamente, de tal modo que, mesmo quando as camadas dos nano revestimentos não estiverem liberando energia (ou seja, estiverem carregando-se), este sol central no meio da torre estará fornecendo energia àquela torre por décadas.
Então, o que você faz? Você coloca um sol no meio da torre.
Esta “pílula de energia” para o seu sistema vai depender do tamanho da sua bola. O mix de Gans que vai dentro não deve estar em uma condição propriamente líquida, mas sim sob uma condição pastosa, tal como se fosse uma pasta. Quando falo sobre esta pasta, vou mostrar para vocês a pasta que eu uso dentro das bolas:
É uma pasta bastante robusta, quase como uma goma, e tem até aparência de goma arábica, numa cor amarelada.
Ela é feita pelo menos de três tipos de Gans misturados, e é a principal fonte de energia para seus ‘sistemas solares de plasma’ (torres) durante um bom tempo.
[NOTA: Lembre-se de uma aula anterior do professor, que falava sobre gradientes e diferenças de massa significativa entre os três tipos de Gans do mix.)
Na primeira vez que tentamos isso, eu estou lembrado que tentamos colocar os Gans dentro de uma bexiga de balão. Mas provavelmente você não vai necessitar usar uma bexiga de balão. Busque encontrar uma daquelas bolas que as crianças tem brincado ultimamente, uma bolinha de plástico com duas partes separadas onde você possa colocar coisas dentro. Coloque a pasta dos Gans nela e depois lacre com cola de silicone por fora.
É essas bolas (uma para cada torre) que irão garantir que você tenha um “fornecimento de energia de campos de plasma” tanto quanto você deseje. Você necessitará desta fonte de fornecimento de plasma que vem da pasta, pois é dessa forma que você cria “campos contínuos” em seu sistema.
[Ou seja, quando os Gaps das nano camadas das boinas estiverem em fase de recarregamento a partir do ambiente, é que o plasma a partir do mix de Gans da bola central estará fornecendo para o sistema.]

REFERÊNCIAS A SP3 QUE NÃO FICARAM MUITO CLARAS:

Quando você olha para as fotos, você vê que nesta pasta há um Gans que tem uma cor “verde azulada”. [refere-se a uma bola de Gans cuja formação colar tinha, segundo ele, a aparência do cérebro humano).
Tem outro Gans que tem uma estrutura de diamante SP3. Esse Gans eu moStrei num workshop aos chineses, e na época disse que o mercado avalia esse material (supercondutor) em torno de um milhão de dólares o quilo. Mas é claro que trata-se de um material muito supercondutor e que você pode fazer em casa mesmo.
NOTA DO TRADUTOR: Originalmente o professor Keshe falou em diamante SP3, depois falou em supercondutor, porém deve-se lembrar que SP3 é isolante, ou isolante e condutor ao mesmo tempo quando atravessado, tal como um diamante que pode proteger ou isolar, mas se um laser o atravessar, o material faz papel de supercondutor. Se pensar em grafeno, deve-se lembrar que o grafeno, embora supercondutor, é uma estrutura SP2.
Então quando você adiciona esta estrutura de diamante SP3 supercondutora à sua bola com mix de Gans em forma de pasta, isto permitirá que haja uma dimensão diferente de liberação de energia do plasma, porque então o plasma estará a funcionar como um plasma transparente (?).
Se você olhar, este material verde azulado aqui é muito grudento. É um SP3. Eu notei que alguns de vocês conseguiram produzi-lo porém sem saber direito no que se tratava. Ele precisa de tempo para ser produzido. Demorou muito tempo para produzir este, mas na prática não demora tanto assim, pois trata-se de um processo muito fácil de executar.
Então, o que isso faz? Você necessita da transparência do SP3, porque (nele) os campos de radiação são verdadeiramente diferentes. A radiação dos campos através do SP3 é muito diferente, quando você usa o SP3 nas coisas que chamamos, em um estado de gás, do que neste caso quando você o usa em um estado de estrutura de diamante SP3.
NOTA DO TRADUTOR: Termina aqui as lições sobre SP3 que ficaram confusas porque o próprio professor não quis explicar melhor o assunto nos detalhes. Para aqueles que não entenderam, segue uma dica deixada por ele para resolver o problema:
Mas você pode usar a mesma pasta que usamos para fazer o revestimento de mix de Gans sobre as bobinas previamente nano revestidas. Só que no banho de revestimento ela estava mais líquida, e aqui deve fciar mais mais pastosa, porém não totalmente seca. Algum dia, quando tivermos mais tempo, ensinarei vocês a fazer uma versão mais próxima disso, já que este aqui que eu mostrei secou muito rápido.
Então, agora você tem suas três bandeijas, três pires ou três plásticos circulares, para colocar sobre eles as três torres de bobinas e no meio, no espaço central, colocar, em cada uma, uma bola central contendo a pasta de mix de Gans dentro; uma bola para cada torre.
Vejam, estes aqui são os protótipos originais com três torres, quando começamos a produção.
Abri uma para você e você pode ver o que é uma das torres, e o sistema completo tem três destas.
Cada torre é coberta por uma tampa também de plástico:
Esta é a configuração ou formação que você terá que produzir para fazer um MP completo.
Na prática, do centro para fora, em cada torre o que você vê é, o Sol a irradiar para fora, o conjunto gravitacional também chamado de conjunto menor, e o conjunto magnético também chamado de conjunto maior. E para um MP completo você tem que produzir três torres destas, empilhá-las deixando um espaço (1 cm ou mais) entre uma e outra, e depois prender / travar para que fiquem fixas na pilha.
Depois de prendê-las, você faz aquelas conexões que serão mostradas no final desta lição. Como foi visto antes, e mostrado pelos pontos com contorno amarelo, em cada torre você terá agora duas pontas soltas de arame saindo delas.
Agora que você viu como as três torres serão montadas, é hora de começar as conexões de fatp, conforme expliquei antes no quadro para fazer. Antes algumas regras gerais:
REGRAS PARA AS CONEXÕES:
Há três regras que se deve observar nas conexões, em todas as conexões de arame que tiver que fazer:
1. A primeira regra:
Em qualquer ponta de arame das bobinas, deve-se lembrar de dobrar sobre si mesmo a ponta, para que não haja perdas de campo magnéticos para a atmosfera. Se você deixar alguma ponta que não esteja torcida suavemente, ali você terá perda de campos. Então, se não fez isto antes, faça isso enquanto é tempo para não ter problemas depois.
Toda vez que você trabalhar com sistemas plasmáticos nano revestidos, faça esta dobra sobre si mesmo na ponta de cada arame e FECHE O “LOOP” totalmente. Não faça isto num torno, mas use uma alicate pontiaguda. Evite quebrar o metal, apenas procure dobrá-lo suavemente em arco e “fechar o loop” fazendo a ponta dobrada encostar no arame onde se dobrou. Se não fizer assim, a energia perdida se enviará para a atmosfera.
2. A segunda regra:
– Nos seus arames você tem nanomateriais e Gans juntos,  já que você deu o banho com o mix de Gans nas bobinas. Você não pode parafusar porque no mundo da nanotecnologia plasmática parafusos não existem. Então você, para conectar um arame no outro deve fazer o que chamamos de laço sentimental. pois a única maneira de conectar o material nano revestido é torcendo. E para isso servem as “dobras em loop” que fez anteriormente (regra 1), para você segurar nelas e torcer, mas não servem só para isso, tal como foi dito antes.
Em alguns casos, na hora da conexão pode acontecer de você constatar excesso de arame, e achar melhor antes  cortar um pedaço de algum arame, pela sua ponta. Então, se tiver que cortar, faça outra “dobra em loop” nas ponta do arame cortado, e só então conecte os respectivos arames da conexão, torcendo-os, tal como na ilustração abaixo.
O resultado será algo semelhante às fotos abaixo:

3. A terceira regra:
– Então, para finalizar cada conexão, sugerimos que você pegue aquela água da cáustica da primeira etapa do nano revestimento, aquela água mais grossa que contém cáustica junto, a qual pedimos para você em aulas anteriores para você reservar num vidro para usar depois, e então derrame-a um pouco nesta ponta e área torcida da conexão. Esta é a forma de re-nanorevestir suas áreas de nano revestimento duvidoso, e portanto faça isso em todas as áreas de conexão, áreas com nano revestimento quebrado, etc.
Se você arranhar, raspar qualquer parte de suas bobinas, verifique o nano recobrimento sobre aquelas áreas prejudicadas. Faça uma revisão geral nas bobinas.
Pode acontecer também que, quando você ligar seu sistema na rede elétrica, você constante uma centelha / faísca ou fogo em partes específicas que não se encontram bem nano revestidas e cobertas de Gans. O fogo (centelha) é um indicativo certo disso.
Para prevenir isso, todas as partes de conexões, e todas as partes prejudicadas devem ser recobertas novamente molhando-as com um pouco de água de cáustica usada, aquela mesma água grossa que você guardou previamente. Não cáustica pura, mas apenas cáustica já usada em nano revestimentos.
Mas não ligue na eletricidade antes de tudo estiver seco. Se quiser colocar um mix de Gans por cima destas áreas (opcional), tudo bem, mas espere também este secar bem antes de ligar na rede elétrica.
Vá fazendo as conexões internas de cada conjunto e colocando cada torre empilhada, e deixe as duas pontas soltas de cada torre, conforme mostramos antes pelos desenhos e cores, de frente para você para conectar quanto todas as três estiverem empilhadas nas bandejas definitivas.
Não esqueça de colocar no meio de cada torre uma bola com um mix de Gans também.
Deixe pelo menos 1 centímetro de espaço entre as bobinas de uma torre e as de outra torre, mais abaixo ou mais acima desta.
Como resultado você tem três pilhas ou torres, e elas estarão irradiando separadamente, pois terão como que um Sol no meio de cada uma.
Pelas explicações anteriores você pode ver que há uma simetria no controle do plasma em cada torre, e há uma simetria no controle do plasma também na totalidade.
Pela bandeija ou torre superior ele está absorvendo e alimentando o centro, e pela bandeija ou torre inferior ele está absorvendo também e dirigindo a energia para o centro, a bandeja central, comprimindo mais e mais e condensando a energia toda ali no meio.
Este sistema é indestrutível e poderá funcionar durante séculos, pois da maneira como você montou, o vazamento energético deste sistema é quase nenhum em relação à concentração dos campos que se encontram operando aqui, na torre do meio.
Trata-se de uma potência enorme que vai se formando ali!
De fato, se você pudesse olhar lá de dentro daquele sol central, ou seja, a partir do mix de Gans da bola da torre do meio, você ia poder ver que a potência do campo se expande muito, e quanto mais o tempo passar e você for usando o sistema (semanas, meses, na medida que a fiação da casa inteira vai se nano revestindo naturalmente), mais o campo se expande, e vai se expandindo e se expandindo sempre mais.
Porque o sistema está se alimentando, está absorvendo campos do ambiente e também da rede elétrica externa que você está conectando, e a energia está saindo para afora e e está sendo absorvida de fora para dentro.
E toda vez que você coloca / interconecta um (novo?) campo magnético-gravitacional de alta intensidade, o sistema vai se tornando cada vez mais poderoso.
Note que o sistema está constantemente se retroalimentando a si mesmo.
Não se esqueça que, além disso, você também criou uma linha (um fluxo) gravitacional dentro dos conjuntos maiores, pois cada conjunto maior tem também uma bobina interna gravitacional dentro dele. Então, dentro destas seis bobinas internas dos conjuntos maiores existem ainda outras forças gravitacionais também atuantes.
Assim, o sistema se tornará em um absorvedor altamente vibrante de energias dinâmicas.
e isto acontece porque tudo está nano revestido e no estado de Gans devido ao banho de mix de Gans que você deu nas bobinas previamente nano revestidas. Mas o estado das coisas agora não importa tanto assim.
 Enfim, você arrumou tudo em bandejas, tudo pronto. E agora? Como você conecta as três bandejas entre si?
Não esqueça que em cada torre, como mostramos antes, você tem ainda duas pontas soltas que falta conectar, sendo uma delas Entrada e a outra Saída.
A Entrada é o arame que sai da bobina gravitacional ou interna do conjunto menor. E a Saída é aquele arame que sai da bobina magnética ou externa do conjunto maior. No lado esquerdo do desenho.
Você está com as três torres montadas, então são três entradas (linha rosa) e três saídas (linha azul, da ilustração abaixo) esperando por conexão:
A forma como você vai conectar eles em série é:
Entrada com saída, entrada com saída.
Saída de um para a Entrada do outro, Entrada de um para a Saída de outro.
[note que na ilustração da direita, acima, apenas fez-se um giro de 180 graus nos conjuntos superior e inferior, e isto foi apenas para facilitar o desenho, mas na prática não é assim. Todas as conexões são feitas sempre de frente para quem monta, portanto cada torre terá dois fios saindo “de frente” para você.]
[O professor Keshe não falou nada ainda sobre as duas pontas sobrando, provavelmente falará sobre isso na sequência.].
No final, você tem uma para Entrada e uma para saída.
O POWER do “esquema” vai para o seu soquete que servirá de fonte de alimentação,
E você conectará a outra extremidade ao seu LOAD do “esquema”.
Então, agora você pode ver parte do sistema já montado, já consegue ver de uma forma mais abrangente as conexões, e você pôde ver a estrutura geral do MP por dentro.

RETORNAR À PARTE 3 DA AULA 4

 AVANÇAR À PARTE 2 DA AULA 5

COMEÇAR DESDE O INÍCIO – AULA 1

 

Mehran Keshe Foundation KFSSI applications aplicações