Aula 4 – parte 3

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ESTA É A PARTE 3 DA AULA 4:

(postada em 10 de julho/2017)

00b professor M.T.Keshe

TEMA PRINCIPAL

CONCEITO DE CIENTISTA COSMO-NUCLEAR

SUPERPOPULAÇÃO

TECNOLOGIAS ESPACIAIS

AUTO-ACOMODAÇÕES DOS (E NOS) PLASMAS

O KIT CO2 E AS FOLHAS DAS PLANTAS

O KIT GANS E A PRODUÇÃO DE MATERIAIS

OS ‘BEADS’ DO ALEKZ E OS ÓLEOS ESSENCIAIS

RECONSTRUÇÃO E FIRMEZA DE CAMADAS NANO 

‘ALMA, EMOÇÕES E CORPO’ NOS TRATAMENTOS

Um montão de hipóteses de física teórica foram ótimas apenas para criar artigos científicos e exaltar diplomas de alguns PhDs, mas quando você coloca tais hipóteses em um contexto cosmológico real, elas não funcionam, não se vê qualquer diferença!

Se os físicos nucleares trabalhassem em parceria com os cosmólogos eles certamente formariam os melhores ” pares ” (de avaliações científicas), já que um não aceitaria do outro qualquer hipótese absurda. Esta seria uma ótima parceria, pois onde os físicos nucleares não puderem enxergar, os cosmólogos podem mostrar tal coisa mediante alguma formação de estrelas em especial, e, inversamente, o que os cosmólogos não puderem ver em termos de interações verdadeiras os físicos nucleares poderiam mostrá-los sob a forma de uma específica interação de estruturas nucleares (ou mesmo numa “formação estelar” de um conjunto de reatores de plasma).

O triste é ver que, atualmente, estes dois caras não vem dialogando na ciência, e constatar que existem, na realidade, raríssimos – coisa de dois ou três apenas – físicos reais que poderiam ser realmente denominados de “cosmo-nucleares”, e mesmo os que há hoje, eles se perdem as vezes nas suas hipóteses. Na prática, consigo ver como “cosmo-nucleares” excelentes apenas dois conselheiros trabalhando hoje com a Nasa e três ou quatro outros envolvidos com a agência espacial russa, e o resto todo apenas “estão desejos de poder chegar lá”.

Estes poucos citados são muito bons simplesmente porque entendem o que acontece realmente no universo. Se você pode entender como o universo funciona, você é capaz de interpretar o cósmico junto com o nuclear. Onde a visão cósmica não puder mostrar, a visão nuclear revelará para você, e onde a nuclear não puder alcançar compreensão, a cósmico poderá lhe demonstrar.

RICK:
Estão lhe perguntando aqui se o professor tem medo de atingirmos aqui na Terra uma superpopulação.

KESHE:
Já escrevi um artigo antes onde eu expliquei minha opinião sobre isto. O maior problema na Terra não é a superpopulação, mas sim a falta ou a ainda escassa quantidade de uma população de “verdadeiros cientistas do plasma”, pessoas tal como eu e você e estas que vemos na Fundação Keshe, tanto os Buscadores de Conhecimento quanto as pessoas ao redor da Fundação, que entendem de plasma e sabem trabalhar com este tipo de plasma.

Elas são pessoas que estão aprendendo como o universo trabalha realmente, e talvez com este “Blueprint” eles possam integrar o funcionamento do plasma na cosmologia, no nuclear, e nos seus MPs (reatores elétricos conforme os modelos da Fundação).

E na medida que mais compreenderem, nos próximos meses, eles poderão exportar esse conhecimento e produzir grande número de “cientistas verdadeiros”.

Em meu documento para as Nações Unidas eu disse que temos que ter um controle rígido quanto ao número de cientistas que deixam este planeta, de modo a que tenhamos sempre por aqui um fluxo contínuo de pessoas que entendam o trabalho do plasma, caso contrário, este conhecimento realmente científico que estamos apresentando poderia vir a se perder. Porque o mundo logo vai entender que são estes cientistas de plasma que finalmente irão conduzir o nosso planeta, e são estes os únicos que não têm tomado este conhecimento – de como trabalhar com o plasma – em uma nova forma gananciosa de rendimentos, ou transformado isso em algum cargo secular para o desfrute deles próprios apenas.

Assim, nosso problema não é a superpopulação. Nosso problema é a possibilidade – em relação à esta população de pessoas que agora começam a entender como facilmente se trabalha com tais tecnologias de plasma, e quão facilmente o universo inteiro trabalha junto com elas – de acontecer que a Nasa e outras agências queiram levar estes científicos todos para o Espaço, e em seguida começaria a faltar aqui na Terra suficientes cientistas do plasma, para que continuem a desenvolver esta tecnologia e levá-la para o seu próximo estágio e até estágios mais avançados ainda.

Ainda bem que isto não está acontecendo, pelo menos por enquanto. Ao contrário, forças influentes estão querendo matar muitos de nós, e começaram com esta proposta de levar pessoas para marte sem chance de retorno.

O problema na Terra não é superpopulação, mas sim salvar tantos quantos pesquisadores de plasma pudermos salvar, de modo que muitas pessoas que vivem em volta destes verdadeiros cientistas possam ter consigo o suficiente para sustentarem toda a população atual.

A humanidade chegou à condição atual em razão de ter desenvolvido uma estrutura de manutenção da saúde (postos, clínicas e hospitais) e outra de continuidade de alimentos (centrada nos supermercados). Entretanto, com esta nova tecnologia de plasma, você não necessitará mais destas estruturas, porém trata-se de um tipo de tecnologia que os que estão ganhando dinheiro nestes ramos não irão aceitar facilmente, pois não seria rentável para eles.

Veja que atualmente de 30 a 40 por cento da população mundial tem mais de 60 anos de idade, especialmente no Japão, e não estão aproveitando estas novas tecnologias. Note que sempre serão os jovens que irão para o espaço, pessoas com 30 anos ou menos. Mas se forem todas, não ficará gente suficiente para cuidar dos velhos aqui, nem para levar educação aos jovens, etc.

Sem falar que mais de 50 por cento da população mundial não tem educação adequada ainda. Apenas o saber ler e escrever também não faz você uma pessoa inteligente, e ninguém é mais inteligente apenas por gostar de ler. A inteligência na verdade vem em conseguir compreender de forma correta a sua própria sociedade e seu próprio papel dentro dela, porém o que vemos hoje são bilhões de pessoas que não conseguem entender nem mesmo o que está acontecendo ao redor deles próprios. E tratam-se em grande maioria de populações que estão vivendo nos hemisférios Norte – com acesso a todo tipo de coisas – e trata-se de jovens que, em algumas décadas, vão ser levados para o espaço para nunca mais voltarem.

Mas convido-os a observar as populações das selvas africanas, por exemplo: a maneira como elas vivem. Estas pessoas estão a viver uma vida fantástica! E eles não tem o menor interesse em saber o que aconteceu ou acontecerá em Marte ou na Lua.

MULHER:
(comentário sobre poucas mulheres no Espaço e grande maioria são homens).

KESHE:
Ser mãe já é uma grande missão que as mulheres têm. Mas, na realidade o universo é um reino de homens, por serem eles mais proativos cientificamente. E as mulheres apenas os seguem. As mulheres ainda estão muito ligadas à esta Terra e temos de encontrar ainda um equilíbrio nestas questões.

MULHER:
Reatores de plasma poderão ser usados nas transfusões de sangue?

KESHE:
Sim, produzindo um sangue em uma forma pura (plasma). Com eles, podemos criar artificialmente uma forma pura de sangue a partir de sangue contaminado, que normalmente seria descartado.
Eu diria que sim, portanto.

MULHER:
Mas isso não seria barrado por incompatibilidades de DNA, por exemplo?

KESHE:
Talvez sim, talvez não.
Trata-se de produzir uma forma pura de sangue, mas que se adaptará rapidamente àquela “informação” genética que o corpo do receptor já traz.

Trata-se de um desenvolvimento para o futuro.

Quando eu era muito jovem e estudava física nuclear, encontrei uma mulher que na época era uma das quatro cientistas da Nasa envolvidas no programa de reentrada e desembarque das naves do projeto Apolo. Ela também era muito jovem e entendia muito as estruturas da tecnologia espacial e, vindo ela à Inglaterra no verão de 76-77, perguntei-lhe porque este programa da Nasa foi encerrado e ela então explicou-me muitas coisas, indo profundamente em muitos pressupostos da tecnologia espacial. E entre os temas que conversei com ela estava o assunto de não se ter qualquer certeza de se quem vai ao Espaço irá retornar para a Terra ou se não vai.

Eu entendi muitas coisas através dela. Entre as coisas que eu aprendi naquela época é que o Espaço é um lugar bonito para se viver, desde que você desempenhe bem o seu papel naquele ambiente, mas é um lugar muito ruim caso você quebre as regras espaciais.

Assim, transpondo para esta nova tecnologia de plasma, hoje sabemos que, se você desempenha bem os papéis, no que se refere ao plasma, ele “acomoda” todas as coisas para você, e você fica bem acomodado dentro dele, com saúde, energia, materiais, ambiente e agricultura pujantes, porém, se você tentar superar, tentar ir além da forma como o universo trabalha, pouco importa como você jogue com o plasma você terá que lutar contra estes’acomodamentos’ naturais e automáticos do plasma.

[NOTA DO TRADUTOR: Por exemplo, esta luta acontece nos projetos de reatores de gases, são usadas muitas técnicas em muitas frentes para aproveitar energia a partir de momentos bem curtos antes dos reacomodamentos dos plasmas, no caminho entre expansões de gases e contrações, entre desmembramentos de átomos em prótons e elétrons de átomos de hidrogênio e hélio e seus rapidíssimos reagrupamentos para o estado fundamental, padrão.]

Eu tento sempre passar esta ideia, de que você terá sempre de ir “acomodando” a sua nave nos ambientes espaciais, seja onde for que ela se encontre, pois, desse modo, você não tem que lutar, fazer força, a fim de estar ou chegar naquela posição espacial que você deseja atingir.

Veja, por exemplo, como funciona um átomo. Em um átomo, os elétrons se acomodam cada qual na sua própria ‘camada’, e por isso você tem de fazer a mesma coisa para acomodar sua nave no plasma do Espaço. Não tente forçar nada, pois os campos do Espaço sempre serão muito mais fortes do que a pouca força da sua nave, e eles estão constantemente tentando empurrar a sua nave para onde “eles querem” que você esteja.

Ao contrário da tecnologia de foguetes, onde você se empurra a si mesmo para fora pelo impulso da injeção. Veja a semelhança entre esta tecnologia de foguetes e os aparelhos de injeção de remédios de hoje: estamos a injetar vários remédios para dentro do nosso corpo de modo forçado!

Já com a tecnologia de plasma, ou gravitacional-magnética (mag-grav), você acomoda a dor, e a dor desaparece. Você não tem que fazer nada. Um plasma (uma caneta da dor por exemplo) toma para ele próprio o que seu corpo não está necessitando e então acontece uma acomodação, e então outro plasma (caneta) ou o mesmo plasma (caneta) entrega ao seu corpo aquilo que ele tem sobrando, e então uma outra acomodação acontece.

No momento que você alcançar este “padrão ético” de compreensão de como os plasmas trabalham, então se torna muito fácil trabalhar com o plasma, e isto acabará se tornando no seu modo corriqueiro de trabalhar, e você saberá muito bem como fazer, o que deve fazer, para “se acomodar” com seus dispositivos de plasma, em qualquer lugar do Espaço, inclusive na Terra [num ‘sistema oásis’, por exemplo).

A cada poucos minutos, sempre uma nova acomodação estará acontecendo, então você tem que ir para cima (aproveitar) e “tocar” (promover a sua influência, emocional ou de técnica pura) no comportamento dos plasmas em redor, a fim de “acordá-los”, e eles então “virão para cima” de sua nave, seu sistema, seu corpo, buscando proceder com este uma nova acomodação natural.

Estes são, efetivamente, o tipo de coisas que realmente devemos procurar começar a entender.

No Espaço, nós temos que mudar totalmente o modo como trabalhamos e operamos em TODOS OS ASPECTOS, não só na medicina ou na propulsão de foguetes.

Temos de estar constantemente nos perguntando, para cada procedimento, para cada momento, para cada plano de voo, o que nós esperamos que seja acomodado mediante um dado procedimento específico. Assim, quando estiverem totalmente corretas as nossas intenções /pretensões quanto ao que esperar dos plasmas envolvidos, ao invés de nos empurrarmos de modo forçoso rumo ao Espaço, tal como se tem feito com foguetes e propulsão, nós apenas Elevamos a nossa nave e voaremos até ele.

Por exemplo, veja as ilustrações abaixo: Nós queremos estar aqui (Destino), mas nós neste momento estamos com nossa nave bem aqui (Origem). Mas se observar bem, há os outros Campos do universo em redor. Aqui (Campo1) temos os campos do sistema solar, e aqui (Campo 2) temos os campos da galáxia, e existem outros tantos campos maiores ainda a descobrir e considerar, que arrastam tudo no Espaço. E você fica se perguntando então como atravessar todos estes campos? Como sair daqui e ir para lá?

Bem, pela primeira vez nós temos a capacidade de alterar os campos mag-grav do nosso sistema – ou seja, da nave (marcado na ilustração como Origem) e fazermos isto da forma como nós desejarmos.

[O professor Keshe faz, aqui, um giro com a mão, semelhante a 180 graus, parecendo com inversões de polaridade]

e fazendo isso vamos “acomodando”, ao nível de mag-grav, o nosso sistema/nave de acordo com as várias intensidades de ajustes ambientais daquele momento (representadas pelos vários pontos na ilustração), que vão sendo encontradas no curso da trajetória da nossa nave.

Até agora, como nós dizíamos, nós tínhamos de nos empurrar a nós próprios nestas direções, uma após outra, fazendo acomodações a cada ponto, a cada passo.

Agora, você passará a entender um pouco melhor nova tecnologia espacial:

Esta é a localização do ponto do Espaço aonde nós queremos chegar:

Na medida que vamos obtendo inteligência cada vez maior dos processos e procedimentos, chegamos até um momento quando podemos criar, com a nave (e dentro dos reatores da nave), a mesma intensidade de campo mag-grav apresentada naquele momento por aquele Espaço aonde queremos chegar.

Em razão de sabermos mais, chegaremos à um estágio quando então poderemos deduzir qual o mag-grav (ou padrão) da Galáxia e qual o mag-grav (padrão) do Sistema Solar de onde saímos, e, a partir destes dois dados, deduziremos qual o mag-grav daquela região do Espaço a qual queremos atingir (Destino), e então criamos em nossa nave (dentro dos reatores) aquele mesmo (padrão) mag-grav (de Destino) e como resultado temos uma trajetória de deslocamento direto.

[NOTA DO TRADUTOR: No livro 1 do professor Keshe, ele coloca a mesma situação, porém segundo o livro é gerada uma matéria escura dentro do reator da nave, a qual por sua vez, em sua geração, apresentará a mesma composição da matéria geral do ponto de Destino, e isto faz, pelas leis do plasma em matérias escuras, com que a nave inteira seja puxada em altíssima velocidade, em velocidade além da luz, chamada no seu livro de ‘velocidade magnética’. ]

Nossa nave será então como que puxada para aquele ponto (Destino), e esse deslocamento vai ocorrer tranquilamente, velozmente e sem sofrimento, e sem uso de qualquer propulsão de foguetes. E esta passará então a ser a nova abordagem das formas futuras de se viajar pelo espaço.

Estou sempre demonstrando isto, através da combinação de ímãs, organizando-os de um modo específico sobre a mesa para mostrar como as coisas acontecem no modo natural,

[Keshe mexe com vários ímãs sobre a mesa. Não dá para ver.]

pois saiba que irá funcionar da mesma maneira.

Uma nave, mesmo carregando dentro dela milhares de pessoas, consiste de uma força mag-grav muito pequena se comparada com as massas (mag-grav) da galáxia inteira, ou com a massa (mag-grav) do Sol, e estas forças maiores que a da sua nave são forças que não podem se modifica jamais. No máximo, elas variam conforme as órbitas. Mas com a nova compreensão do plasma, e com os desenvolvimentos que virão, nós poderemos alimentar os reatores desta nossa pequena nave de uma forma de a Intensidade do mag-grav do nosso ambiente se altere e passe a ficar em consonância com a afinação do ponto de Destino desejado, e assim seremos arrastados, sem atrito, para o outro lado, até este ponto (Destino), como se este já tivesse reservado lá um lugar específico para nossa chegada.

Já estamos, gradativamente, aprendendo como controlar e modificar este campo mag-grav, e fazendo istoem pequena escala neste exato momento, a fim de poder fazer em grande escala depois.

Quando, como cientistas de plasma, nós pudermos fazer “ímãs” (na verdade, atratores e conversores, conforme seus polos, e a partir do ambiente, de campos magnéticos plasmáticos, ou campos mag-grav) para poder (atrair) energia, e “ímãs” para (atrair) plásticos, e “ímãs” para (atrair) madeira, e “ímãs” para (atrair) alimento, e “ímãs” para (atrair) ouro, então vai acontecer, tanto na nossa sociedade quanto também no próprio avanço desta tecnologia de plasma, uma grande ruptura de tudo o que sabemos até hoje.

Nós todos viemos a partir de uma burrice total sobre plasma, e os nossos conhecimentos foram amadurecendo gradativamente. Se tivéssemos aprendido antes como fazer para acessar (atrair) o campo magnético-gravitacional de óleos combustíveis, para em seguida poder transformar tal plasma em matéria combustível para nosso uso, talvez não fosse necessário invadir uma nação inteira, tal como o Iraque, por exemplo, entende? Para quê ter de destruir uma nação inteira para pilhá-la dos seus recursos naturais, como aconteceu, se nós já sabemos produzir por nós mesmos por meio dos plasmas tudo aquilo de que necessitamos para viver?

Vivemos agora em um outro passo, um passo mais maduro, dentro dos ciclos do conhecimento e do desenvolvimento humano.

Vocês já entenderam o que são as ‘entidades plasma’, estão aprendendo como criar energias a partir delas, e já tem uma ideia de como atravessar o Espaço, e o próximo passo é se aprofundar mais no conhecimento do que é o plasma, de modo a aprenderem como se faz plasma de qualquer coisa, para depois “acomodá-lo”, materializá-lo, da mesma forma como, em tempos atrás, eu produzi o plasma de carbono (Gans de CO2) apenas usando cobre, zinco, água salgada e um fio.

Quando estes nano materiais surgiram pela primeira vez, ninguém tinha entendido ainda do que realmente se tratava toda a questão, o xis da questão, que é poder chegar algum dia a produzir o plasma de qualquer coisa, para materializá-lo na nossa frente.

Alguns olharam para aqueles materiais e inicialmente pensaram que se tratava tão somente de óxido de níquel. Mas, diante de tudo o que foi surgindo, isto impulsionou cientistas à dar novos nomes para os Gans produzidos, e por fim, ao levar isto à testes em universidades conceituadas, constatou-se: isto é CO2 em estado sólido. E agora estes mesmos cientistas dizem que eles já podem fazer ou extrair também CO2 sólido do ambiente por meio de outros métodos, e até mesmo transformá-lo em fibras, em lajotas, etc. porque viram, através de mim, que o CO2 realmente pode se solidificar. Perguntem-se pois: será que não tivemos realmente nada a ver com essa mudança de mentalidade deles?

O segredo todo está no carbono. O cobre, ou seja, o campo magnético-gravitacional (mag-grav) do cobre, por estar nano revestido, e a grade ou placa de zinco, juntos, são capazes de gerar em termos de campo magnético-gravitacional algo em torno de seis massas atômicas de carbono no seu centro (centro da bacia),

de modo que então eu pude produzir o campo magnético-gravitacional (mag-grav) do carbono, que tal como se diz, ele é atraído, puxado, drenado a partir do ambiente,

para dentro do kit de Gans, e então se solidifica sob a forma de Gans de CO2, que por auto-acumulação (que é um tipo de “acomodação”) vai ficando mais pesado e começa a cair para o fundo. Se, ou enquanto, em derredor existir algum campo em comum com o carbono, desde as camadas de nano materiais da placa de cobre até a água salgada, este campo estará interagindo imediatamente com o oxigênio na água

e como resultado você obterá CO2 sólido na parte inferior do recipiente, porém trata-se desta vez de um CO2 em uma condição plasmática. Não é apenas um CO2 solidificado, como o dos outros cientistas, certo? Se fosse apenas CO2 solidificado, ele não curaria corpos e nem revitalizaria as lavouras, certo?

É tal como eu expliquei naquele primeiro vídeo (conhecido como ‘vídeo fukushima’), onde eu faço a comparação do kit de CO2 com uma folha verde de uma planta, explicando e comparando o tipo de interações que acontecem entre os dois lados da mesma folha. Tomando por base aquela compreensão, podemos dizer que estamos nada mais do que replicando o mesmo trabalho das plantas (fotossíntese), e obtendo plasma de CO2 sólido como resultado, enquanto que as plantas o capturam e transformam em energia para elas mesmas, certo?

Pois então, talvez agora já tenhamos a capacidade de compreender que podemos criar uma placa de campo magnético-gravitacional de cobre a qual perdeu/decaiu desde o seu estado sólido original para o estado de nano material (placa nano revestida, de cor preta) , e que TUDO O QUE VOCÊ COLOCAR para acompanhar tal placa nano revestida de cobre irá sempre alterar O AMBIENTE para formar / produzir alguma outra coisa, e, se houver entendimento, isto poderá produzir o Gans (plasma ou mag-grav) daquele material que você sonha poder produzir ainda.

Se os GAPs (lacunas de corredores ocos formadas sobre o material cobre nano revestido) forem bons (alargados, abertos, esticados) o suficiente, você pode produzir o Gans de ouro, desde é claro que você alcance produzir, com a combinação de elementos do sistema, aquele campo magnético-gravitacional equivalente ao de um ouro. Como resultado disso, você não terá produzido ouro realmente, mas terá, isto sim, produzido um “ímã” para atrair o ouro, ou seja, um sistema atrator para produzir o ‘Gans de um ouro’, que mais tarde será usado para reproduzi-lo em material sólido em um outro sistema replicador.

Mas para conseguir isso, vocês vão ter que encontrar ‘diferencial de balanceamentos’ (um gradiente) entre “as duas placas envolvidas” que seja bom o suficiente para que tal Gans replicador do ouro tenha a intensidade necessária,

para que no centro entre as duas placas vocês possam vir a obter, a partir de seja qual o lugar onde este se encontre no ambiente, em termos de Campos magnéticos plasmáticos, um acúmulo de massa atômica equivalente ao daquele material que esteja desejando fazer produção.

Note que são dicas válidas para qualquer material, não apenas especificamente para ouro. O ouro geralmente tem uma massa bem grande. Outros materiais costumam ter menos.

Então,agora aprendemos como criar, por meio de plasmas, o campo magnético-gravitacional (mag-grav) equivalente à massa da entidade desejada por nós.

Em em seguida, criamos o ambiente, ou seja, por meio da água salgada, nós permitimos que o sistema capture como que um plasma dele. Com este plasma (Gans sólido) em mãos, você irá poder produzir tanto daquele material quanto você estiver necessitando. A única coisa que deve ficar atento é a de, entre as duas placas envolvidas, poder estar acessando a massa atômica de campo mag-grav (ou: o campo mag-grav da massa atômica) adequada,

equivalente ao material desejado, para que o outro sistema, o atrator ambiental do mag-grav daquele material

possa então começar a funcionar.

Se você puder “levar para bem longe (afastar?)” o carbono, você conseguirá, assim, fazer ouro.

Numa planta, mais especificamente em sua folha verde, não há um sistema dentro dela tal como você com inteligência pode criar, já que as plantas são configuradas apenas para capturarem CO2 dia e noite sem parar, e sem terem de guardar para si mesmas qualquer reserva deste CO2, diferentemente de você que o guarda em um Gans de CO2 e este tem inúmeras serventias para você, sua saúde, seu jardim, sua horta, etc. As camadas de nano materiais nas folhas é que as tornam em produtoras de CO2.

Mas você não necessita fazer um sistema que faça o mesmo e específico trabalho de uma planta; você pode fazer vários ajustes e melhorias em seu sistema e, com isso, transformá-lo em um atrator de campos ambiental para formar no fundo do líquido salgado um “Gans atrator” de qualquer material que você deseje, para depois produzi-lo na quantidade que desejar, e quase sem custo.

Esta é a real mudança que estará acontecendo. Este é o desafio do conhecimento sendo aplicado para a paz, e não para a guerra e também não para o enriquecimento pessoal. Lhes estamos fornecendo um tipo de conhecimento que lhes permitirá fazerem aquilo que vocês quiserem, mas em troca por favor nos devolvam a Paz, pois este é o real programa de paz da Fundação Keshe e do Instituto Espaçonave, de modo que esta paz efetiva no mundo possa produzir e redirecionar recursos suficientes para poder financiar maiores desenvolvimentos que possibilitem a construção futura de uma espaçonave capaz de levar e trazer de volta os seres humanos ao Espaço de uma forma muito mais fácil e segura do que aquela que está sendo feita agora pelas agências espaciais.

Todos vocês provavelmente sabem que agora a Nasa está planejando construir uma máquina caríssima capaz de transportar seres humanos para Marte sem qualquer chance de trazê-los de volta, e isso não faz sentido algum para mim.

[Rick e Keshe, neste momento, tecem alguns comentários sobre sondas levadas à Marte que trabalham só um pouco e depois param de funcionar]

HOMEM:
Estou fazendo comparação aqui. na área de saúde, entre o conjunto de bobinas superior e o inferior da torre de meu MP, pensando que o conjunto superior seja o equivalente à nossa alma e o conjunto inferior seja o equivalente às nossas emoções.

Se aumentarmos a diferença de potencial entre a bobina do alto e a de baixo, será que faremos uma conexão mais forte e estreita com a nossa alma? ou será que isto nos ajudaria a reconhecer e a controlar melhor as nossas emoções?

KESHE:
Quanto mais se apegar ao corpo físico, que é o alimentador das emoções, para trabalhar com ele, menos você conseguirá. Quanto mais você afastar o seu paciente das condições circunstanciais de sua fisicalidade, mais perto de sua emoção você pode chegar, e maior será a sua compreensão da forma como a emoção dele se conecta à alma dele. Esta é a forma diferenciada com que você trabalha com as emoções, procurando chegar ao nível de poder entender os processos do lado mais alto, ou seja, da alma dele.

Se você trabalhasse apenas com a fisicalidade você teria que lidar – tal como os médicos de hoje naturalmente fazem – com milhões de pequenos soldadinhos do corpo que, em termos práticos, só estão a manifestar as condições emocionais do paciente e seguindo as diretrizes de decisões feitas pela alma dele. Mas para quê gastar tanta energia (e ênfase) com a fisicalidade, com estes soldadinhos, se literalmente você tem condições de fazê-los desaparecer ou os modificar num piscar de olhos simplesmente aplicando o tratamento adequado com o dispositivo de plasma apropriado? Na tecnologia espacial, estes soldadinhos do corpo sequer são levados em conta.

As nossas emoções sempre e incondicionalmente se encontram conectadas com a alma. Então, tudo o que você deve procurar fazer é encontrar qual a conexão certa entre emoção e alma, e como resultado o corpo manifestará esta conexão automaticamente, pois ambas comandarão o cérebro para que mude os posicionamentos de fisicalidade, e influenciando também todo o balanceamento de calor do corpo.

Seu desejo, como agente de cura, deve ser o de criar a condição. E nós, cientistas de plasma, sabendo do que o plasma é capaz, temos toda a capacidade de criar esta condição. Para poder ajudar uma pessoa doente, tente primeiro provocar e sentir mudanças da emoção da pessoa. Evite deixar a pessoa tocar em outra coisa. Quando encontrar um prazer comum, faça-a ver isto, e lhe dê oportunidade de se emocionar com isso. Se a pessoa se der esta oportunidade, foi a alma dela quem deu, e neste ponto em específico a alma dela está (ou pode ficar) determinada a mudar. Temos um vídeo onde uma senhora de 67 anos conseguiu, por meio da força da alma (vontade) mudar toda a sua estrutura mental a ponto de afetar e redirecionar suas emoções e assim controlar e facilitar os movimentos físicos. Mas com gente nova isso é ainda mais fácil de mudar nestes níveis, pois gente nova tem energia para fazer aquilo que puderem imaginar. Desde que a alma queira mudar realmente, as mudanças são quase instantâneas, porque então passa a controlar as emoções visando a um objetivo dirigido, e o entrar em movimento passa a controlar a fisicalidade daquela maneira como a alma deseja que esta fisicalidade se comporte.

HOMEM:

Minha pergunta é se a aplicação de óleos essenciais servem para consertar nano revestimentos partidos ou firmar nano revestimentos farelentos, tal como a sobra de cáustica de um primeiro nano revestimento faz. E outra pergunta é se depois do banho com mix de vários Gans sobre as bobinas nano revestidas eu posso dar-lhe um banho também com óleos essenciais ou se devo me restringir apenas aos pontos de conexão entre as bobinas da torre?

KESHE:
Parece que é para transferir a energia. O Alekz é bem experimentado nestas coisas que você está me perguntando, e ele se opõe a esta prática. Ele tem uma compreensão muito simples e ao mesmo tempo complexa dos óleos essenciais. E nos workshops anteriores a este Blueprint eu notei que ele apenas nos sugeriu esta ideia, e eu vi aqui ele construindo estes Beads (Bead é um tipo de pequenino sanduíche de arame nano revestido, Gans e papel) e dizendo que faz suas canetas e seus Beads usando óleos essenciais no papel antes de enrolar o papel no nano material, isto, segundo ele, ajuda a transferir a energia (a partir de um Bead para outro Bead).

[Nota do tradutor: colocar sequências de Beads do Alekz distribuídos em vários círculos concêntricos; foi disto que surgiu, posteriormente, a ideia dos conjuntos de bobinas e das torres de bobinas do M.P. Isto realmente aconteceu, no desenvolvimento da tecnoliogia, em workshops anteriores a este Blueprint].

Se você quiser usar óleo essencial para facilitar a transferência da energia de um ponto a outro, inclusive nas emendas, vai depender da forma como você coloca os filtros por cima do nano material.

Não se esqueça que ao entrar em contato com um nano material, em uma camada deste tipo (tipo Beads), este material passa então a se comportar ao mesmo tempo como um Gans e como um filtro para a condução magnética, então se usando um óleo essencial específico você conseguir transferir a energia desse Gans da mesma maneira, então isso seria muito bom.

Eu vi fazerem canetas alternativas aqui no laboratório usando este método, mas estavam fazendo por sua própria conta, mas o Alekz faz isso de modo pensado. E você traz consigo esta ideia de que todos os óleos essenciais tem mais ou menos o mesmo efeito, mas eu penso que você deveria, pensando atrás como era feito com o uso dos Beads, procurar aplicar uma força ácida de filtro diferente conforme você deseje carregar ou bloquear a energia, na hora da transferência.

Tudo depende da forma como você quer olhar, e da aplicação que você quiser fazer.

RICK:
Alguns apenas usam restos de cáustica de primeiro nano revestimento para consertar uma ou outra parte do nano revestimento de seu projeto…

KESHE:
Sim, eles fazem isto. Esta é a beleza da tecnologia, de propiciar que seja desenvolvida diferente por milhares de pessoas ao redor do mundo. Não há limitação. Trata-se de aberturas de compreensão novas a respeito de como se processa a criação.

E todos se baseiam num mesmo ensinamento fundamental,

é claro, contanto que você não vá pelo caminho errado e seja punido com um “não funciona” por seguir tal caminho errado; mas, depois de errar tantas vezes, mesmo assim você pode começar a fazer da maneira correta. Eu digo que pessoas que propositadamente usarem tal tecnologia do jeito errado irão pagar muito caro por isso, porque a tecnologia se fundamenta basicamente em dois caminhos (da energia), um é gravitacional e outro é magnético. Você tem que estar sempre dando uma coisa e levando outra e se você leva alguma coisa, você tem que dar outra.

[NOTA DO TRADUTOR: talvez o professor Keshe estivesse se referindo aqui a dar de suas emoções, alimentar pensamentos positivos durante na construção do seu MP, etc..; A ilustração apontada no quadro se refere a caneta de saúde, do dar e do tomar a energia, sendo que a parte de baixo é a pele humana ou zona de aplicação no corpo . Mas pode, e parece ter, realmente, equivalência com os Beads, e até mesmo com os conjuntos de bobinas MP. ]

Está levando (puxando, absorvendo) por um lado, e entregando (soltando, fornecendo) por outro lado.

Trata-se realmente de um modo bonito de mostrar a simplicidade da forma como o universo trabalha.

Se você puder compreender isto que vou falar agora, é mais ou menos como ver o ‘roubador de carteiras’ que antes observa os seus bolsos e fica escolhendo qual bolso seu vai atacar, entre os tantos bolsos que você tem na roupa.

[Rick dá risadas.]

Enquanto eles estão ocupados planejando, outros encontram-se desenvolvendo tecnologias para tornar as pessoas bêbadas em tantos tipos de coisas…

Mas se você estudar a formas como os plasmas trabalham, você verá a bobina ou a caneta consiste de um sistema de balanceamentos e de acomodações naturais sem descanso.

Mas se observar o estado em que se encontrava lá no início, e comparar com depois da aplicação, verá que doou muito pouco plasma ao sistema, mas recebeu uma quantidade muito maior dele.

Tudo que se encontra junto no ambiente participa junto no processo, e estará dando a sua contribuição, pois tudo, tudo mesmo, consiste de plasmas, e cresce ou diminui de plasma o tempo inteiro.

Se você cometer um erro durante sua construção, mas se seus pensamentos forem positivos e seu desejo de fazer a coisa certa tiver uma certa força, seu sistema pode até mesmo se reconstituir sozinho, se consertar sozinho, sem você fazer nada, porque tal como eu sempre digo, a sua emoção é uma participante ativa do processo. E se seu desejo é forte o suficiente para servir a humanidade, pouco importará o que aconteceu de errado, você saberá tomar as providências certas no lugar certo, pois seu desejo se tornará num resolvedor de problemas natural.

Na aula seguinte avançaremos nas montagens e lembro os mais adiantados que esta noite façam a etapa da secagem das suas bobinas nano revestidas e banhadas nos mix de Gans. Também, convido às centenas de pessoas pelo mundo que já tem sua montagem encaminhando-se para o final, para que entrem online amanha e apresentem o que tiverem ao vivo para todos os demais.

Até lá.  Muito obrigado.

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