Aula 2 – parte 1

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ESTA É A PARTE 1 DA AULA 2:

00b professor M.T.Keshe

TEMA PRINCIPAL

PLASMA – APRESENTAÇÃO CORRETA

Estas unidades Magravs Power, que estão sendo entregues sob encomenda, elas trabalham sobre uma “estrutura de vida” que para nós é uma novidade, porque na realidade, até agora, nós nunca nos permitimos nem tampouco fomos devidamente preparados para entender. É como se estivéssemos muito distantes disto para que fossemos capazes de entender Porém isto é a parte mais simples da tecnologia.
Lembrando que o é também em relação a toda a criação universal.
Desvendar este conhecimento consiste, portanto, em abrir uma nova página para a civilização humana, a qual passará a partir de então a dispor de uma forma totalmente nova de energia. Ao passarmos a lidar com o Plasma nós estaremos como que virando a página, no que se refere ao conhecido modo de viver humano atual dos habitantes do planeta Terra.
O que é o Plasma?
Literalmente, quando o plasma quando surgiu para a ciência, ele estava destinado a servir parcialmente ao mundo da medicina, mas especialmente em tecnologias de produção de energia elétrica para servir de alguma alternativa para a produção desta pelo método nuclear (fusão). Em meus estudos, como físico nuclear, me fizeram lembrar bastante de uma coisa: neste planeta, tudo gira em torno do estado da matéria. E o que temos feito com a matéria? Nós a temos derretido (fundido), a temos queimado, a temos liquefeito, a temos congelado, a temos vaporizado, e isso era tudo que nos ensinavam até agora que era possível fazer dentro da condição ambiental de de campo magnético e gravitacional do planeta.
Logo em seguida, neste processo de evolução científica, conseguimos, como cientistas, ir cada vez mais fundo neste estado dito “material”, e saindo do nível molecular passamos então a considerá-la em escala atômica. Depois, ficamos mais inteligentes ainda, fomos mais fundo no estudo da matéria e então passamos a considerá-la como forças nucleares. Mas na verdade o que temos feito, em todas estas alternações de estado – distintas condições do ambiente material em estudo – é nunca se afastar de uma mesma realidade, a realidade do estado de matéria. Pois em atomismo chamamos a matéria de átomo, subdividida basicamente em próton, elétron e nêutron, e chamamos a isto de uma entidade, o átomo. Na escala nuclear fomos ainda mais para o centro da estrutura atômica e agora, ao invés de tratar a matéria (no nível molecular) como um grande pedaço feito de átomos, passamos a manipular átomo por átomo, e depois começamos a fuçar no centro do átomo, no seu núcleo, ou na parte nuclear do átomo.
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Entretanto, a realidade não mudou (porque continuamos estudando as coisas no estado de matéria).
O próximo passo então será o plasmático nuclear, e este será o próximo passo da evolução.
[a nivel nuclear, o estudo chamado “plasmônica” já é uma realidade de observação científica nos centros universitários e laboratórios científicos do mundo).
O que está dentro do núcleo do átomo? Há um plasma ali, é o que a ciência sabe.
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E até que ponto é possível adentrar neste plasma, a fim de poder entender mais sobre o centro do átomo? Estas foram as perguntas feitas.
Então os físicos nucleares fizeram uma manobra muito interessante: eles conseguiram que a maioria das pessoas tivessem medo de mexer com o núcleo do átomo, e deste modo estariam detendo para si o poder de serem especialistas e todos necessitariam ouvi-los e considerá-los importantes.
[Vocês sabem, no desenvolvimento da bomba nuclear tivemos à frente das pesquisas uma proeminência no setor: o físico nuclear Robert Oppenheimer].
Mas Einstein interviu e advertiu os norte-americanos sobre a construção da bomba nuclear, dizendo-lhes que se a fizessem, estariam cometendo o maior dos erros. Mas eles fizeram, construiram a bomba nuclear, depois a derrubaram sobre a cidade de Hiroshima (e logo depois, a de Nagazaki). Então, depois que o governo viu o quanto a bomba podia matar, o conselho de Einstein foi levado a sério e a partir daí eles começaram a valorizar e a respeitar os físicos nucleares, embora falsamente (e com segundas intenções e um pouco de medo).
Como vimos, viemos do sólido, fomos para o molecular, então para o atômico, então para o nuclear e agora é a vez do plasma que é o que se deduz de que o núcleo do átomo seja feito. Procura-se, desde então saber qual é a sua estrutura. E o que vemos na tecnologia de plasmas e “plasmônica”, realizadas pela ciência atual, é a mesma falsificação do conhecimento, pois além de ter de lidar com o plasma do sangue, e plasma de energia elétrica, desta vez, mais recentemente, acrescentaram uma nova estupidez, a qual deram o nome de “partícula de Deus” (busca pelo Bóson de Higgs), a qual eles não sabem onde está mas que saberão quando a descobrirem. E eles não sabem nem sequer em que pensar sobre isso.
Entretanto, olhando dentro da construção do universo, que é plasma, quando você olha para dentro dele, não há qualquer partícula que seja responsável pela massa da matéria, pois se o plasma em sua zona de fronteira própria de plasma alcança se reduzir a si próprio com intensidade suficiente, ele então literalmente se manifesta a si próprio como sendo um plasma. Então, se você pensar um pouco sobre isto, tal ponto (de fronteira externo ao plasma) é que é a tal partícula procurada, e isto não tem nada a ver com uma partícula, mas apenas com a intensidade que é condição de manifestação do plasma!
Mas agora o que vemos é os nossos cientistas procurando lá dentro do plasma, tentando descobrir em que lugar dentro dele essa densificação que lhe dá massa poderia estar acontecendo para que, neste ponto, eles possam rotulá-lo de “partícula criadora”, de modo a que eles possam apontá-la quando mostrarem o átomo para vocês, sendo que, na realidade, o próprio plasma é a sua própria “partícula densificadora”. Isto mostra o tamanho da hipocrisia que se insiuna em torno da tecnologia de plasma atual. Porque com este engodo eles conseguem mais e mais ordenhar o dinheiro suado da sociedade no patrocínio de milhões de dólares para construção de centros de pesquisa por todo o planeta para que os PhDs possam continuar tendo boas casas com piscinas no pátio. Pois, fora isso não estão produzindo quase nada de útil para ninguém.
No passado éramos todos físicos nucleares, mas agora se tornou moda chamar a todos nós de físicos de plasma!
Mas agora a Fundação Keshe vai lhes ensinar sobre plasma de um modo tão simples que qualquer um de vocês pode passar a se chamar a si próprio de um físico de plasma!
E o mais engraçado disto tudo é que todos os “físicos de plasma” ao redor do mundo – os mesmos anteriormente chamados de físicos nucleares – sentados confortavelmente sob a areia das praias e levando boa vida, olharão para vocês e rirão de vocês dizendo que este não é o plasma do núcleo do átomo, e que tudo que a FK fala é lixo porque eles é que são os verdadeiros físicos de plasma, pois já que a história mostrou o desprezo pelos físicos nucleares, eles como físicos de plasma fizeram um monte de dinheiro o qual agora está garantindo que um monte de físicos continuem pesquisando e pesquisando, e isto sim consistiu de uma boa tática (de sobrevivência da classe).
Você quer mesmo saber o que é o plasma? Quer ver o que está dentro de um nêutron, e o que há dentro de um próton?
Pois saiba que NÃO EXISTE MUITA diferença entre um próton, um nêutron, um elétron, o Sol, a Terra e o Universo. É a mesma estrutura (no original a palavra foi “círculo”, “mesmo círculo”). Você apenas decidiu dar um nome diferente para o plasma de acordo com o tamanho do plasma que há dentro de cada um deles. Entretanto, o trabalho (a organização, a rotina) é o mesmo em todos eles. Todos eles são dinâmicos, todos eles carregam campos magnéticos e gravitacionais (mag-grav), os quais lidam com repulsão e com atração, da mesma maneira que acontece com os ímãs. E todos eles compartilham de seus campos (mag-grav) com o seu ambiente direto.
Assim, se ainda supoe que para você o plasma ainda é um mistério´, é porque você ainda não entendeu o plasma no nível do elétron, ou no nível do próton, ou do nêutron, ou do da Terra, ou do Sol, até mesmo o maior tamanho do universo que puder conceber,
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porque o que se vê em todas estas estruturas é sempre a mesma composição.
Em algum lugar, foi emitida a energia a partir da linha central do universo (cor vermelha).
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e em uma desaceleração para baixo, esta (com todos os seus campos) em algum lugar interagiu com outros campos magnéticos em quantidade suficiente, o que, falando comparativamente, seria tal como um carro sendo esmagado, quando ele corre digamos a 100 Km por hora e não tem freio. O carro continua a bater em diferentes árvores e obstáculos até chegar a um impasse, que é o que acontece sempre, fazendo-o parar e deixando-o totalmente esmagado. Assim, quando o campo magnético e gravitacional (mag-grav) de um plasma é libertado a partir do centro do universo, uma vez que ele vai diminuindo de velocidade pela interação com outros campos (não se está falando de “atrito”), em algum lugar ele irá se manifestar a si próprio no estado de matéria e com uma determinada intensidade. E como resultado, você pode entendê-lo como sendo o plasma de um próton, ou como o plasma de um universo, ou como o plasma de um sistema solar, ou o plasma de um elétron, onde se trata da mesma coisa, alterando-se apenas os nomes que damos à ele.
Vejam bem: O Sol constantemente tem produzido radiações e estas radiações (campos mag-grav) são o tempo todo jogadas para fora, para longe sob a forma de “ventos solares” e “jatos de plasma” (chamados ‘flares’) solares. Estes campos então “batalham” com outros campos em seu ambiente de sistema solar (novamente não se está falando aqui de “atrito”)., Eles não necessitam obrigatoriamente vir para a Terra para aqui se converterem em um nêutron, ou em um próton, ou em um átomo de Nitrogênio, por exemplo. Mas é certo que em algum lugar do plasma do nosso sistema solar, aonde quer que ocorra de tais campos/radiações se (reduzirem em velocidade e se) converterem para a intensidade própria de alguma manifestação física no estado de matéria do sistema solar, então, neste ponto específico ocorrerá a manifestação material. Se tal intensidade tiver o teor do Nitrogênio, você o chamará este plasma de Nitrogênio. Se tiver a intensidade do Oxigênio, você o chamará de Oxigênio.
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Então, após esta pequena explicação, você vê que não é necessário vir com tantas explicações e nomes de fantasia tais como bósons, quarks-up, quarks-down, porque desta forma você jamais entenderá. Pois se há dentro do plasma do sistema solar algum quark-up e algum quark-down, eu imagino que o planeta Terra possa ser o quark-up, e o planeta Marte poderia ser o quark-down, e os bósons muito provavelmente seriam as luas, isto é, os satélites destes planetas. Vejam portanto que a criação de novos nomes e de qualquer outro pacote de nomes falsos para a mesma coisa é que está levando a humanidade para o caminho errado, ao invés de fazê-la olhar como plasmas, com suas manifestações e estados, para toda e qualquer estrutura universal e toda a obra que ocorre no universo. Assim que nós colocarmos as coisas em ordem, vendo-os como plasmas – que é o que realmente são – , entenderemos que quando os cientistas põem estes nomes novos para cada nova estrutura geral do átomo que vão descobrindo, o que eles estão fazendo é desinformando o público, sufocando ou atrasando o conhecimento da humanidade, e fazendo isto em nome dos títulos universitários e científicos de algumas pessoas, pois eles gastaram muito tempo recebendo estes PhDs, e fixando estas cadeiras (e carreiras) de professores e prêmios nobéis, e agora eles estão se dando conta de que “a verdade está lá fora”, como se diz por ái, e que suas posições estão em perigo, e não são Humanos o suficiente para reconhecerem: “Nós cometemos erros e agora vamos recomeçar por um novo caminho, pela compreensão de uma coisa nova,”. Mas não. Eles não dizem: certo ou errado. Eles apenas lhe perguntarão: “Seria possível você udar o nome do seu plasma?”. Lhes explicarei abaixo:
Tivemos na cidade de Decensano (Itália, primeiro núcleo do SSI) um professor “TOP”, um físico nuclear italiano, enviado para nós pelos norte-americanos. Ele é um conselheiro sênior para o CERN da Suiça, e suas patentes atualmente são usadas para controlar o plasma – que é basicamente tudo aquilo que qualquer um de vocês vier a fazer com esta coisa de plasma, de agora em diante. Ele sabe mais sobre o plasma do que o seu próprio professor que o ensinou. Quando então ele, estando entre nós, percebeu esta simplicidade toda, ele disse: “Você poderia, por favor, mudar o nome do seu plasma? Chamá-lo de qualquer outra coisa ao invés de plasma? Porque, da maneira como você explica o plasma, o meu professor não vale nada! Você tem que mudar o nome do seu plasma, a maneira de você defini-lo, pois caso contrário as minhas patentes não tem valor algum.” Então este homem, ao invés de se posicionar de uma forma correta, ele se colocou numa posição de se opor, de ir contra os ensinos da Fundação Keshe, porque seu PhD, e todas as suas patentes, quaisquer que elas sejam, são inúteis!
É por esta razão que lhes disse que o que estamos fazendo na FK é tornando vocês todos, todos vocês sem exceção, nos novos físicos de plasma que a humanidade necessita e terá. Porque vocês carregam isto com vocês, Todos vocês sabem disto (da ‘corretude’ deste ensinamento). Vocês todos compreendem o plasma de uma forma tão simples que vocês não necessitam mais de alguém para lhes explicar, pois se você entender o trabalho do plasma em todos os seus estados (em que pode se manifestar, de acordo com a sua intensidade e interações finais), o viajar pelo Espaço Sideral se tornará uma coisa tão simples e tão fácil quanto beber um copo de água. Porque se você entender o comportamento do plasma em qualquer um destes estados possíveis de manifestação, você pode produzi-lo na intensidade que você necessitar, e saberá fazer isto em qualquer lugar do universo, não importa onde estiver. É este tipo de coisa que nós ensinamos no Instituto Espacial da FK (KFSSI): o quanto é fácil compreender as obras da criação, e os trabalhos do universo, e de uma maneira muito, muito simples. E dizemos que – de posse deste conhecimento – temos inteligência, somos todos suficientemente inteligentes para poder sobreviver no Espaço Sideral, se algum dia formos para o Espaço. Tudo porque entendemos a totalidade…
Então, o que é o plasma (da FK)? Qual é o mistério que está por trás desta ‘nova palavra’ (chamada plasma da FK)? Dizemos à vocês que não há qualquer mistério. Se você olhar direito, a realidade é que em algum lugar do universo (não é necessário olhar longe, basta ver ao seu redor) os fluxos de campos magnéticos estão atuando em todos os lugares, em todos os aspectos, formas e direções.
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Alguns deles vão adiante (avançam) e, de muitas maneiras, alguns deles vêm de volta (retornam), e, em algum lugar, quando os campos são suficientemente fortes e da mesma intensidade, eles interagem entre si. Se eles forem de intensidade semelhante e se eles forem de intensidade oposta, eles geram uma situação onde, se um (cor vermelha da figura) tenta associar-se (a palavra correta é: “intertravar-se”) com este, e este um tenta intertravar-se com este (cor azul/preto), o que acontece em seguida?
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Na tentativa de intertravamento entre eles, o que eles fazem é algo muito simples: “você tem que querer ir para fora/ sair (cor preto)”. Então você tem isto. Este é o que está tentando sair – OK para isto, porque eles têm diferentes formas, ok, então. –
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E você tem um outro que está tentando puxar. Então, aquele que está tentando puxar se torna gravitacional e aquele que está tentando empurrar para longe se torna magnético.
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Nisto você deve perceber que o vocabulário tem muitas palavras distintas para designar coisas que são semelhantes. e por isto há uma confusão na formulação dos conceitos de gravitacional e de magnético, porém para a ciência isto não deveria ser motivo de confusão. Gravitação ou atração gravitacional significa “gravitar em torno de…; ser atraído para…” enquanto que Magnetismo ou repulsão magnética “é quando alguma força separa um do outro, ou quando empurra um na direção do outro, e uns contra os outros”.

 

OS ÍMÃS TÊM MUITO A NOS ENSINAR
SOBRE O COMPORTAMENTO DOS PLASMAS 
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Se tomamos dois´ímãs, de preferência esféricos, mas pode ser em forma de anéis também, caso você permita juntá-lose girá-los, você verá que o que acontece é que eles sempre encontram um ponto de referência. Alguns irão no sentido horário, alguns irão no sentido anti-horário. E, de muitas maneiras, não é necessário muita intensidade para eles serem capazes de atrair.
Assistam este vídeo para entender melhor as correlações:

Magnético e gravitacional trabalham em caminhos completamente opostos. A forma do plasma sempre foi e sempre será redonda, pois jamais vimos qualquer plasma que seja quadrado. Todo ímã, mesmo sendo circular, tem seu polo norte que é o local de saída do campo e tem seu polo sul que é o seu local de entrada para o campo que gira em volta dele, e tal movimento de entrada e saída está sempre interagindo com outras entradas e saídas de campos de outros ímãs. Se mudarmos o ímã de posição, de modo que se façam opostos entre si (tal como aqui, duas polaridades iguais) você constata que eles não podem se juntar, não tem como isso acontecer, mesmo com muita energia a dificuldade é tremenda, é impossível. Mas basta mudar de posição e você nota que não necessita de quase nada de energia para atrair o outro de modo a que fiquem colados.
E os plasmas funcionam assim o tempo todo, sem necessidade de motor de foguete, e sem combustível queimando, certo? A única coisa que faz eles se juntarem entre si é a interação de seus campos gravitacionais e magnéticos (mag-grav), a se atraírem ou, em outra posição, a se repelirem. Se estão sendo atraídos entre si (polos diferentes), ou se um está atraindo o outro, chamamos isto de gravitação, de atração gravitacional. E se houver repulsão entre eles (polos iguais) podemos chamar este fenômeno de repulsão magnética. Pois saiba que esta é a forma pela qual todo plasma trabalha.142142
Se um plasma atrai, nós chamamos isso de gravitação; e se houver repulsa, porque se produziu repulsão entre os campos dos plasmas envolvidos, chamamos isto de repulsão, que não é exatamente uma repulsão magnética e sim trata-se de uma repulsão magnético-gravitacional (mag-grav). A força gravitacional ocorre na interação entre dois campos que se revelam ser opostos entre si, enquanto que o campo magnético passivo (repulsão mag-grav) se dá pelo afastamento forçado pela interação entre dois campos que se revelam ser semelhantes entre si, e portanto se rejeitam um ao outro.
Quanto a atmosfera terrestre (que funciona como escudo magnético planetário) nós podemos muito bem chamá-la de “magnética”, enquanto que a força gravitacional do planeta (que sentimos atuando dentro desta atmosfera em relação a todo objeto dentro dela), nós assim a chamamos porque é o que nos detém e que nos puxa de volta para a superfície. No primeiro caso (atmosfera) está criando uma blindagem (protetora) e no segundo (força gravitacional) está criando uma atração responsável por segurar por perto aquilo se tem. No planeta Terra, portanto, há uma blindagem que nós chamamos de atmosfera, e há gravitação própria que nós chamamos de força gravitacional, ou simplesmente de a sua gravidade.E este é também o mesmo comportamento normal de qualquer plasma que existe. Num próton é a mesma coisa, num elétron é também a mesma coisa, porque todos são plasmas e este é o comportamento natural de qualquer plasma. A condição dita plasmática de qualquer plasma é a de se afastar ou então de se permanecer continuamente no processo de estar atraído por algo, ou, sob outro ângulo, de se deixar atrair a si próprio na direção de algo. Quando começa / passa a ser atraído por outro, tal plasma se conecta nesta linha (preta) e quando ele atrai outro para junto de si, ele se conecta nesta linha (vermelha). Conectando-se, estará continuamente doando ou tomando para si (fluxo de campos).
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Vendo sob uma visão ampla, um plasma é tal como o planeta Terra. O planeta Terra é uma entidade capaz de gerar um fluxo de gravidade e de magnetismo que funcona em 360 graus em torno de si mesmo, razão porque tem uma forma esférica. O fluxo de campo magnético dentro do planeta, e o fluxo de campo magnético fora do planeta, simultaneamente produzem um fluxo magnético passivo constante o qual permite que ele, como planeta, possa existir no seu ambiente (de sistema solar) (assim como nós possamos existir mergulhados dentro deste fluxo tremendo sem sequer nos aperceber de nada disso).
Falando em uma linguagem simples, todo plasma é resultado da interação de forças de campo magnéticas e gravitacionais (mag-grav) onde a totalidade de suas forças produz uma entidade coletiva (magnética e gravitacional, um mag-grav) que pode interagir (por reposicionamentos constantes) om o ambiente onde estiver posicionado.
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Não importa se você chama tal entidade coletiva (resultado de interações internas) de plasma de um próton, ou de planeta Terra, ou de a estrela Sol, ou de um sistema solar, ou de a totalidade do nosso universo, não haverá diferença alguma – pois todos eles trabalham da mesma maneira. A única diferença está na soma (quantidade, pacote) de campos que aquela entidade comporta (que por sua vez determinará seu comportamento dentro da entidade maior na qual estiver inserida).
A humanidade tem criado diferentes nomes para denominar o menor tamanho do plasma (elétron, próton, nêutron, átomo, emoção humana). E devido ao tamanho maior da massa e da intensidade do campo magnético e gravitacional (mag-grav) que há no centro das entidades (plasmas) que são maiores, estas também tem recebido nomes distintos (Terra, Lua, Sistema Solar, Galáxia, Universo). Mas no fundo são a mesma entidade (plasma).
Assim, se você soubesse como colocar juntos trilhões ou quatrilhões de elétrons, você seria capaz de produzir a potência de um Sol (pacote maior), e se você pudesse colocar juntos trilhões de plasmas de campos mag-grav de Sóis, você produziria a potência de uma galáxia. Porque na verdade são a mesma coisa, só variando a quantidade de campos.
E da mesma forma o processo inverso: na medida que ele (plasma) se reduz na sua própria intensidade de campos magnético e gravitacional (mag-grav) – vimos antes que isto se dá devido aos contínuos choques e interações com outros plasmas em sua trajetória – este irá no final aparecer em diferentes estados de matéria. O estado da matéria, como nós sempre dizemos, está em algum lugar aqui porque ele (plasma) foi muito reduzido em sua velocidade (e porque, neste processo, foi muito compactado, densificado) O estado da emoção está em algum lugar aqui. O estado do plasma central, plasma universal, está em algum lugar aqui, Vejam:
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Mas na verdade todos eles são plasmas. Mesmo um estado de matéria qualquer – dentro da atmosfera terrestre – é um plasma, pois ali o plasma teve seu campo magnético e gravitacional (mag-grav) manifesto como um sólido em relação ao ambiente maior de campo magnético e gravitacional (mag-grav) da Terra e, por ser sólido dentro deste campo, está bem embalado (pressionado, compactado) por ele.
Mas, mesmo assim, é fato que nós podemos mudar o meio ambiente dele, PREPARANDO NANO MATERIAIS a partir dele, e logo em seguida, em outra aplicação, nós o estaremos vendo estes nano materiais liberar-se sob a forma daquilo que chamamos de Gans. Por meio destes exemplos (experimentos simples, citados), se pode ver que agora nós, os seres humanos, já possuímos a capacidade de produzir estas mesmas condições sem (alterar) o ambiente mas apenas (alterando) as forças de campo magnéticas e gravitacionais (mag-grav). Fazer isto é estar adquirindo o domínio sobre os trabalhos do universo.
E é por isto que o trabalho da FK parece tão estranho. É por isto que alguém (debochando através de uma charge) disse que eu me tornei naquele cara que disse que a Terra era redonda e dentro dela mostraram um ímã pendurado por mim através de uma corda. Mas, sinceramente, eu espero que nós superemos esta fase. Nós já vimos como foi que se deu com o governo belga, que tentou “ser o gancho” nas várias tentativas de parar esta tecnologia, de impedi-la de ser conhecida pelo resto do mundo, simplesmente porque nós declaramos publicamente que existe uma nova ciência que a inteligência humana necessita conhecer e passar a entender (a ciência do plasma). Esta é a razão pela qual há tanta oposição às obras da FK e à sua forma simples de lidar com o plasma, porque a partir de agora nós temos feito com que o plasma, o trabalhar com o plasma, se torne algo acessível e manipulável por todo e qualquer ser humano. Soubemos até que existe na China uma criança de 5 anos que está produzindo nano materiais em um vaso sanitário abandonado. Esta pequena criança, sem o saber, está se tornando agora mais importante do que os físicos do CERN. A razão disso é porque os físicos do CERN têm um sério problema, pois é fato que a inteligência deles não é a inteligência de uma garota de 5 anos de idade (e a garota está produzindo muito mais resultados do que eles). No fundo, é disso que se trata e é por isso que vocês vêem, em relação a nós, tanta oposição, tanta perseguição, e ficam nos chamando de terroristas e todo o resto. E vocês já estão sabendo (foi explicado bem isto na aula 1) que agora todos nós, como seres humanos, de certo modo temos nos tornado terroristas para uma nação específica européia chamada Bélgica. Entretanto, o resto do planeta está se movendo contra este tipo de atitude.
Estas são boas razões pelas quais vocês todos têm que entender a totalidade do (novo) conceito sobre plasma, pois, se o fizerem, e compreenderem bem como manipulá-lo, ningém mais poderá abusar da humanidade, e, no final de tudo, a compreensão da obra do plasma se tornará a chave para vocês viajarem através do universo, porque a FK é, sobretudo, um instituto com a finalidade de produzir uma nave espacial para que esta possa viajar para o Espaço sideral sem utilizar combustíveis fósseis, sem queimar coisa alguma (e sem levar estoque de comida, água, ar e remédios). E como faremos isto? Como vocês farão para lidar com qualquer tipo de plasma? Será simplesmente utilizando a compreensão das interações, repulsões e intertravamentos entre os campos magnéticos e gravitacionais (mag-grav), em seu comportamento simultaneamente magnético e gravitacional, nas relações de uma entidade (plasma) para com a outra (também plasma). E o melhor exemplo disto são os ímãs…
Se vocês puderem observar, estas mãos seguram quatro ímãs circulares (do tipo anéis), e não há qualquer truque aqui. É sempre a posição de um que determina a posição do outro.
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Eles por si próprios vão encontrando suas posições naturais uns em relação aos outros. E se eu acrescentar ao grupo um quinto ímã , o qual é positivo, de polaridade oposta / diferente (efeito de atração), veja só o que acontece, eles se movimentam, porque há atração. E isto se dá sem qualquer combustível sendo queimado. Eles atraem naturalmente o outro para eles. A atração acontece em relação a estes, porém em relação a outros (de polaridades iguais) isto não ocorre – porque com eles ocorrerá repulsão.
Constatamos, portanto, que constantemente eles se acomodam uns em relação aos outros, de acordo com seus fluxos de campos funcionando em torno de si. E esta é a mesma razão pela qual os elétrons giram em redor dos prótons.

 

COMO SE FAZ  UMA MOLÉCULA
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Isto se dá porque eles encontraram naturalmente os seus posicionamentos (magnéticos e gravitacionais) um em relação ao outro, pois para que um plasma possa estar em contato com um outro plasma (interação, a parte inicial do processo) , ou se manter em equilíbrio (balanceamento) em relação a outro plasma (intertravamento ou afastamento, a segunda parte do processo), é necessário sempre estar havendo constantes reposicionamentos entre eles.
Sendo assim, o único modo pelo qual vocês vão poder sobreviver estando no Espaço sideral é se tornando todos físicos de plasma, e lidando com, e manipulando plasmas (de uma forma simples e eficiente). Para isto é necessário compreender bem o comportamento dos plasmas, compreender a forma como estes interagem entre si, a forma como se conectam e como se inter-travam ou se repudiam, e deste modo chegar ao entendimento das multi-formas como eles podem se manifestar a si próprios num dado ambiente de modo que estas manifestações de plasma (num estado de matéria pré-estabelecido) possam satisfazer todas as necessidades do ser humano, seja de energia, seja de combustível, seja de alimentos, seja de medicamentos, de água, de ar, etc., pois é lei universal e plasmática que no universo nós jamais brigamos por coisa nenhuma e sim vamos nos reposicionando e nos acomodando, da mesma forma como vocês viram os ímãs encontrarem as suas próprias posições e então se acomodarem uns em relação aos outros com base nestas posições.

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