Aula 1 – parte 1

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ESTA É A PARTE 1 DA AULA 1

(postada em 13 de novembro)

(revisão textual por Fredão Wind em dezembro)

INTRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO:

Esta é uma ocasião especial para a Fundação e espero que seja também para toda a humanidade.  (M.T.Keshe)

00b professor M.T.Keshe

Nós distribuímos algumas unidades de energia para diversos embaixadores, e já pudemos observar um problema – no que tange a essas distribuições “governamentais” – pois um dos embaixadores ligou o reator recebido, e foi logo plugando aparelhos de qualquer maneira e isso gerou uma bela duma faísca. Agora ele terá que aguardar pelo reparo do reator que recebeu no terceiro encontro de embaixadores.
Assim, o que nós priorizaremos aqui é que vocês consigam aprender a usar o seu reator de forma adequada e, em segundo lugar, estaremos priorizando passar-lhes o conhecimento de como fabricarem a unidade e qual a forma correta que se deve passar a tecnologia, por se tratar de uma nova ciência. Isto significa que é um novo modo de se fazer ciência e ainda não são muitas as pessoas com conhecimento de como usar os sistemas.
Como estamos agora “abrindo” o conhecimento de como fabricar, em seguida nós teremos muitos de vocês fazendo os reatores, ou então utilizando-os, ou ambos, e poderia então ocorrer de muitos de vocês virem a constatar que os mesmos não se encontram funcionando, ou talvez viessem a nós pensando que eles não estão funcionando, embora estejam, ou então vocês poderiam ter danificado os sistemas sem que o soubessem, ou porquê o estavam danificando. Então, o que nós estaremos tentando fazer esta semana é torná-la uma semana especial de ensinos para priorizar algo bem específico, que é ensinar a vocês tudo sobre este novo sistema plasmático de energização.
Por se tratar de um sistema inédito, uma tecnologia nova, é necessário aprender sobre ela antes de a utilizar. Se você compra um computador, vai despender tempo para aprender como usá-lo, como programá-lo ou operá-lo. O mesmo se você comprar uma teleobjetiva, você aprende a manuseá-la consultando um manual. Mas nosso reator MAGGRAV POWER não se trata de um alimentador energético do tipo comum. Trata-se de uma nova tecnologia plasmática, da qual se necessita conhecer a forma como é projetada para executar trabalho. Também deve ser compreendido o básico necessário para se ser capaz de utilizar corretamente o reator. Não se pode simplesmente ligar e sair plugando aparelhos nele e depois sair por aí dizendo que não funciona. E acredite em mim, se você ligá-lo e em seguida sair plugando aparelhos nele, ele realmente não irá trabalhar, porque agindo assim você não estará lidando com ele da maneira correta.
A diferença com esta tecnologia é que, para usá-la, você precisa entender primeiro como o plasma trabalha e então entender como os plasmas interagem uns com os outros e, por fim, entender também como a interação destes plasmas tem a capacidade de trazer para você a produção de grandes quantidades de energia elétrica.
Alguns de vocês têm me questionado se estes sistemas são capazes de realmente produzir de 5 a 10 kW (kilowatt), ou se é somente 2 kW.
No devido tempo eu demonstrarei para vocês que estes sistemas são realmente adaptáveis em conformidade com a demanda que lhes é exigida. Ou seja, uma vez que você tenha entendido bem a forma como o plasma trabalha em seu interior, o que quer que seja exigido dele em termos de trabalho, você verá que ele realmente tem o potencial de atingir isto. Mas precisa saber como conseguir isto.
Estes reatores que estão sendo distribuídos atualmente trabalham tão somente com no máximo 2 kW cada um,
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portanto não o sobrecarregue com mais de 2 kW porque se o fizer, vai danificá-lo, uma vez que ele sai de fábrica alinhado com ajuste preciso para fornecer 2 kW e nada mais. Então o que você vai obter dele é 2 kW no máximo. Portanto quando trabalhar com um reator limitado a 2 kW, ao ligá-lo na rede deve esperar que 2 kW saia dele, porém não funcionará assim logo de início. Isto porque…
É tal como quando você recebe um freezer ou um frigorífico novo transportado até sua casa e eles dizem que precisa deixá-lo desligado durante 24 horas para ele se aclimatar (“baixar o óleo”) antes de poder ligar o aparelho à rede elétrica.
Assim, com este novo sistema de plasma, sua aclimatação vai demandar mais ou menos tempo, dependendo de onde será instalado. Além de definir corretamente “onde” – em que local – você deve também instalar corretamente o reator. Para a conexão elétrica, você deverá consultar um eletricista, alguém que entenda como ligar as tomadas certas no reator, ou a partir dele, a fim de que, na hora certa, você possa plugar nele os aparelhos de sua casa.
Logo de início, já deve ser CONECTADA ao gerador uma carga de cerca de 1 kW (uma lâmpada de 100 W), e deixá-lo assim ligado na rede elétrica por todo o primeiro dia.
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Esses detalhes, é necessário que se saiba desde já, porque nós não estamos incluindo qualquer manual junto com o volume enviado, mas o manual do reator estará disponível na Internet. Estamos trabalhando assim: o comprador recebe com o seu reator uma senha de acesso, então ele vai ao website onde comprou e com aquela senha poderá descarregar o PDF do manual e com sua leitura poderá conhecer o passo a passo de como utilizá-lo ou o que é permitido ou não fazer, bem como operá-lo para manter o gerador sempre e contínuamente em estado de plena carga. O manual também mostrará como conectá-lo diretamente ao ponto principal de linhas de força da casa ou, no caso de unidades móveis/portáteis, como transportar corretamente até qualquer lugar da casa e, a partir deste ponto escolhido, conectar aparelhos, retirando energia do reator a fim de alimentar os aparelhos escolhidos.
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É bastante simples lidar com o sistema: existe um plug normal que entra numa tomada que o conecta à fiação principal, ou tem uma chave para tornar principal o sistema que vem da rede, ou pode conectar o gerador por meio de uma tomada à parte de trás do seu medidor, caso a oferta principal de energia vier da rede elétrica da cidade.
O adaptador é este aqui
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para tornar a rede elétrica local a fonte principal para o reator, e o seu plug se encaixa aqui (aponta para desenhos no quadro). Este lado aqui é para usar o reator como fonte.
É somente depois de algumas semanas de uso que se poderá aumentar a potência do reator para 2 kW de força resistiva no máximo, pois este é o limite para aparelhos como aquecedores e qualquer dispositivo que se possa ter que permita lento carregamento, tais como lâmpadas de LED, e outras condições resistivas padrão.
Mas caso não seja um aparelho de condições não-resistivas, como computadores por exemplo, depois de semanas do reator plugado na rede, poderá ser usado tanto quanto puder extrair dele, seja 2, 3 ou até 4 kW, enfim o quanto você conseguir. Assim, esta modalidade de condições não-resistivas é para fazer funcionar motores sem escovas, computadores, ventiladores, e coisas do gênero.
Depois de uma semana mais ou menos de uso – mas é aconselhável dar mais uma semana de prazo para garantir – você descobrirá que o seu consumo de energia a partir da rede é (quase) zero, o que significa que o seu reator já alcançou capacidade para deixar de consumir energia da rede.
A partir deste momento, o que deve ocorrer é que a potência do reator poderá ser usada de duas formas de saída que são a de corrente contínua (CC) e de corrente alternada (CA).
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Então você constatará que se tiver seu reator funcionando apenas em CC, você pode tirar dele mais ou menos 3, 4 ou até 5 kW. Mas todos nós sabemos que não temos tanto uso para o CC. Geralmente disporemos de até 2 kW (em CA) para a casa, cuja saída CA utilizaremos para ligar o refrigerador, e todo tipo de coisa. Mas os dispositivos com condições resistivas, como os aquecedores, por exemplo, você tem que “ir pisando com eles” bem lentamente até 2 kW.
Caso você venha a usar seu reator em estado de sobrecarregamento, o mesmo foi ajustado da seguinte maneira: um dispositivo medidor de resistência mede o calor no interior do reator, o que significa que curtos-circuitos irão cortar a energia ali naquela tomada até que aquela necessidade de carga seja desplugada do sistema. Portanto, você não poderá super-aquecer o seu sistema, porque dentro do reator há um calibrador de resistência por calor o qual não permitirá que você aqueça os elementos internos além de 55 graus centígrados. Isto é necessário, pois desta forma você não poderá danificar o seu reator. Ele corta o fornecimento por aquela tomada, mas se você deixa-la parada por algum tempo, o fornecimento volta àquela tomada normalmente. Portanto, se você pluga ao reator algum aparelho a mais e isto ultrapassa o limite de fornecimento do reator, este “saltará fora” e bloqueará aquela tomada.
Explicarei porquê: é porque o reator de energia não é nada mais do que um “transitador” (transformador?) do estado de plasma para o estado de matéria (elétrons com corrente). Tal “transição” se dá no “ponto” em que os fios estão no estado da matéria e funcionam neste estado (saídas CC e AC). Pois estes fios é que interagirão com o material dentro do reator, o qual não está no estado da matéria e sim opera no estado de plasma.
Então, se você não conseguir usar um certo aparelho por causa de excesso de demanda, basta deixar aquela tomada parada por um certo tempo, vinte e quatro horas mais ou menos, que é o tempo em que as nano camadas irão construir-se novamente. Então, depois disso, você poderá conectar outra vez algum aparelho ali.
Armen já viu isto ocorrer na Armênia, quando alguém ligou algo na tomada e eles presenciaram um mini big-bang (Keshe disse isto brincando, referindo-se ao desfazimento das nano camadas em volta dos cobres). Se tem um susto quando não funciona, mas no dia seguinte o sistema volta funcionar novamente, ou depois de passado algumas horas.
Esta é a beleza deste sistema! Durante um tempo o sistema tem de se adaptar de novo ao estado sólido da matéria e, enquanto isso, você não poderá fazer nada com ele.
Tem ainda a questão de que no primeiro lote existe uma possível fraqueza nas unidades, e isto está sendo corrigido / retificado e esta não deverá permanecer nos outros lotes. Refere-se especificamente aos cabos destas unidades que já saíram, no que diz respeito ao material nano revestido deles, pois os cabos podem se sobrecarregar, e então tudo (cabeamento do reator) necessita ser substituído. Não há nenhum problema com os cabos em si (é apenas no nano revestimento), mas num segundo ciclo de produção, o qual já está passando por uma produção agora, estes cabos já terão sido bem retificados.  Soubemos de tal problema através de outros, embora até agora nós não vimos qualquer problema com os cabos. Mas, se isto ocorre, a razão é apenas porque o diâmetro dos arames ou cobre dentro dos cabos são de diâmetros ligeiramente diferentes e isto poderia gerar uma faísca (big-bang).
Enfim, nós iremos passar esta semana inteira dedicada a ensinar à todos vocês como se tornarem capazes de usar estes reatores. Eu tirarei esta semana como sendo o modelo do ensino padrão da FK no que se refere ao ensino para as massas. E este ensino – com repasse dele por vocês ao seus países no seu próprio idioma – não pode parar, porque esperamos que vocês tomem todas as providências para fazer este repasse para seus países em algumas semanas mais.
Uma vez que vocês aprendam este básico – usar o sistema – até o final dos ensinamentos lhes ensinaremos como aumentar o rendimento de seu reator até 10 kW “em condições resistivas”, mas para o reator alcançar isto se necessita de uma configuração toda especial que não pode ser feita com uma unidade destas aí.
O NOVO TIPO DE REATOR DE 10 kW ou MAIS:
Nós já testamos e estamos fazendo mais e mais testes para que, no desenvolvimento, possamos todos juntos aumentar a capacidade destes reatores para mais de 20-30 kW em condições “resistivas”. Mas para isso, os novos reatores em desenvolvimento irão necessitar de muito mais tempo de adaptação, ou seja, ficarão conectados à rede elétrica e à fiação de sua casa por cerca de três semanas no mínimo, até que o sistema chegue à sua configuração ideal. Serão três semanas no mínimo para este novo tipo de reator.
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Isto significará que depois de uma semana pode ser adicionada um pouco de carga (resistiva); então, após mais uma semana, outra carga (resistiva) pode ser adicionada; depois mais uma semana e, assim, gradualmente, você abrangerá todo o “agregado” (fiação) domiciliar.
A razão para isto, como explicaremos adiante, é que a casa, isto é, a fiação inteira da casa necessita ficar nano revestida. Caso você desligue o reator da rede, você vai descobrir que vai ter que começar tudo de novo, só que desta vez, ao invés de ter levar três semanas, vai levar três minutos ou então três horas para poder voltar a usar o mesmo sistema. Você vai descobrir, por exemplo, tal como temos visto durante os ensaios realizados ao redor do mundo, que é melhor manter a luz da casa acesa em tempo integral, porque assim você mantém a capacidade energética sempre disponível.
Os relógios medidores a partir da concessionária vão reduzir muito seus trabalhos, só dependendo de quanta potência será colocada no reator. Isto pode significar que não haverá qualquer consumo extra, como agora ocorre.
Estes são reatores de plasma, eles não são geradores de plasma. Os futuros geradores de plasma vão ser uma versão totalmente diferente. Os geradores de plasma que nós estamos desenvolvendo não terão uma conexão com a rede elétrica do governo. Serão como fornecedores independentes e que trabalharão às vezes sob baixas temperaturas. Uma minuciosa pesquisa ainda necessita ser feita antes de podermos liberar para o público uma simples caixa capaz de fornecer energia de forma independente dos recursos instalados ou de impostos governamentais.
Por enquanto, a novidade que é – simplesmente, observamos e como ando explicando – que, após 3 semanas de instalado, o reator passa a liberar 2 kW e, apesar disso, só terá de ser pago para a concessionária cerca de 40 % da conta de energia atual.
Nesta configuração (como reator), foi observada recentemente uma significativa redução no consumo elétrico da rede após 2 a 3 semanas. Isto significa que, após esse prazo, se for necessário deixar um aquecedor ligado, isso poderá ser feito durante o dia inteiro que, mesmo assim, nada será acrescentado na conta de luz, porque após 3 semanas o sistema – isto é, a fiação da casa mais a do próprio reator – já adquiriu supercondutividade e então o sistema passa a trabalhar por conta própria.
A razão de – nesta tecnologia – ser ainda necessário que o reator esteja conectado à rede elétrica principal – tal como explicado em minha apresentação aos embaixadores – é que necessitamos dos 50/60 Hz de frequência que é fornecido para a residência.
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Então, assim que conseguimos completar este quesito com os novos Geradores de plasma, sem mais eles necessitarem dos 50/60 Hz da rede, serão então apresentados os novos geradores de plasma para o público. Atualmente, ainda não se pode conectar o sistema sem depender do gerador de 50/60 Hz da rede, pois isto ainda não está desenvolvido pela equipe técnica da Fundação.
Mas é certo que tudo o que há no mercado será totalmente dependente de tecnologia de plasma. Assim sendo, as pesquisas estão em ritmo acelerado a fim de garantir que isto venha a acontecer em curto espaço de tempo.
Passaremos hoje a lhes transmitir a tecnologia a partir do bem básico.
Por favor, tentem fazer para si próprios, ou para seus vizinhos, tantas quantas unidades de 2 kW vocês puderem fazer. Ou então, se você se tornar um desenvolvedor da tecnologia, seguindo os manuais e fabricando em massa tais unidades, venha apresentá-la a nós da FK para uma avaliação técnica para podermos certificar se o trabalho é bem feito ou não. Caso aprovado, será divulgado ao público para que seja compartilhado com o resto do mundo. E seu protótipo poderá ser enviado para o Instituto da FK, a fim de alinhar seus parâmetros (de funcionamento) com os já definidos para este reator.
Aqueles que (por estar mais próximos da Itália) receberão seus reatores esta semana ou na próxima, terão de instalar e utilizá-los por própria conta e risco, já que temos ainda temos que providenciar as licenças e certificados europeus e americanos. Tais documentos estarão prontos, esperamos, nos próximos dias e quando recebermos, enviaremos para os primeiros compradores uma cópia pelo correio, contendo todas as regras e regulamentações. Uma das funções destes certificados é, por exemplo, tranquilizar a todos que não haja nenhuma radioatividade nem nenhum campo magnético potente expandindo-se para fora da caixa ou que dela possa ser extraído.
Não esqueça que há também regulamentações internacionais (não só européias, americanas, etc) e são estas que lhes dizem que você pode construir o que você quiser para uso interno em sua casa. Então, ninguém pode impedir-lo, uma vez que finalize os estudos a partir desta sexta-feira, de construir seu próprio sistema para sua casa. Então nós lhe mostrar que você é capaz de fazer sua própria independência energética e sem qualquer forma de desperdício.
Mas ao tempo de você ter um gerador de plasma, então não necessitará de qualquer fonte externa, pois estará então totalmente independente depois que tiver conectado seu gerador à fiação de sua casa por mais de 20 dias. Totalmente independente. Falta pouco, basta apenas uma forma de criar a frequência de rede (50/60 Hz), porquanto o gerador de plasma não é um gerador de sinal. Os geradores de sinais atuais não conseguem trabalhar com plasma. E além disso é necessário estabilizar o faseamento de 120º do fluxo de corrente para um sistema trifásico. Essa é a principal e mais importante coisa a ser entendida para podermos avançar.
Então, o que nós faremos hoje, pelas primeiras duas horas deste dia (AULA 1) é progredirmos através do processo plasmático e dar o primeiro passo naquilo que você necessita para fazer o seu próprio reator e em seguida, na seção da tarde, será ensinado o que vem a ser a tecnologia de plasma…
Atingido o entendimento total dessa nova tecnologia, em seguida, saberá que você pode aplicar seu próprio conhecimento adquirido para ajudar a expandir a tecnologia, de modo que nós possamos desenvolver por diversos outros sistemas a fim de ajudar a humanidade. Não espere que a FK faça isso por você… faça-o do seu próprio jeito.
Então, amanhã, depois desse nosso primeiro dia, iremos dar o próximo passo no manual de montagem do reator. E em seguida, na quarta-feira, tentaremos mostrar-lhe como conectá-lo às tomadas já existentes das residências ou escritórios. Mostraremos nos últimos 3, 4 dias como fazer ou adaptar isto. E em seguida, vai ser necessário testar sua construção e então verificaremos se os protótipos por vocês montados ficaram bons. Depois disso, o próximo passo das equipes de pesquisadores será se libertar das “armadilhas da energia”, de estarem dependentes das redes elétricas externas e dos sinais de Hertz estabilizados.
Como disse antes, os novos sistemas geradores de eletricidade vão ser levemente diferentes deste e estamos esperançosos de podermos conseguir liberá-los já nas semanas vindouras.
Quando você constrói sistemas de plasma, não se esqueça de ter uma coisa sempre em mente: tais sistemas estão dando início àquilo que eu chamo de uma grande revolução nas tecnologias “espaciais”. Nesse momento é muito difícil para vocês entender como adaptar e fazer uso disso aqui na Terra.
Então, o que acontece na tecnologia de plasma, ou seja, os plasmas na forma como são feitos – e nós explicamos isto no início dos ensinos hoje – é algo muito simples de se entender…
Tudo que vocês têm usado até o momento consiste em receber energia (elétrons em fila) a partir da rede instalada, através dos cabeamentos de cobre de sua residência. Todos nós aqui recebemos a eletricidade através de cabos, através de diferentes tipos de arames, de diferentes intensidades, por uma única via de distintas fiações dependentes de medidores e sempre com um rótulo estampado em cada uma, o que compreende todo o suprimento de eletricidade de hoje, dia após dia. Para quem não sabe, não é apenas através de fios de cobre mas algumas vezes é usado também cabos de alumínio (N. do E.: principalmente a fiação entre postes na rua). Então todo trabalho (trabalho é energia aplicada) hoje em dia só funciona em torno destes tipos de cabos.
Isso significa que vocês têm tal fiação por todo lado. Além disso, agora você deve saber: todos que usam esta infra-estrutura de transmissão elétrica estão trabalhando de uma forma muito errada, no que se refere à forma de operar com eles e de como poderiam ser usados. Eles vêm com tanta energia (a partir dos transformadores dos postes) que é bem mais fácil tentar entender como não devem ser usados. E agora nós sabemos.
Ao olhar a fiação pré-instalada segundo a perspectiva de que eles algum dia façam parte de sua busca por energia livre, você certamente perguntará: quais são as formas corretas de trabalhar com este cobre por várias centenas de anos?
(Nós evoluímos por ondas temporais e isso é parte do desenvolvimento do conhecimento civilizatório humano, que a faz crescer e mudar constantemente).
Nisto não há qualquer novidade; é tão somente tomar ciência de que toda esta infra-estrutura não tem sido usada de forma eficiente.
Um dos problemas os quais não temos nos apercebido, ou que ao menos não temos pretendido lidar com ele conscientemente, está no fato de que todo este material (fiações de cobre) se encontram em estado sólido da matéria. Isto significa que se você escolhe o cobre – este é um fio comum de cobre, ok -,
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então você tem de lembrar que ele não está em estado de GaNS ou de plasma.
Consiste basicamente de fio rígido e fios flexíveis de cobre. isto é o que nós dispomos. Nós lidamos com ele fazendo passar corrente elétrica através sua extensão e, pela vibração dos elétrons em seu interior, nós conseguimos transmitir (de um lado para outro) alguma energia sob a forma de corrente elétrica. Mas o arame é matéria (no estado sólido). Você faz – de forma muito fácil – e consegue alguma coisa realmente com ele, pois ali há corrente fluindo. Entretanto, o que obtemos disso é irrelevante, porque vocês devem saber que nós perdemos alguma energia ao longo das linhas de transmissão
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e sempre tem que ser considerado que está havendo alguma perda.
Já que sabemos que perdemos energia ao longo das linhas de cobre, podemos com isto reconstruir a disputa entre Nicola Tesla e Thomas Edison. O Edison tentou transferir corrente alternada mesmo com enormes perdas, onde a cada 10 kilômetros da rede instalada havia uma sub-estação de força para poder re-potencializar a eletricidade que fluía. E Tesla veio com o “faseamento” dela utilizando-se do fenômeno da vibração. Assim, de muitas maneiras, tudo (corrente de elétrons) no final é convertido em vibração, certo?
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Então, o que nós temos aproveitado até agora “da energia de vibração dos elétrons” é muito, muito pouco, é o mínimo, absolutamente insignificante em comparação com a energia total dispendida.
Contudo, nós queremos avançar para o entendimento do plasma – principalmente se você tem nos acompanhado pelos últimos dois anos, nos ensinos dos “workshops” de buscadores de conhecimento – e no decorrer do tempo nós pudemos entender que nós lidávamos com processos específicos onde não é necessário operar com o cobre no estado de matéria sólida, tal como sempre foi. Com a abordagem de plasma nós passamos a fazer uma utilização bem mais eficiente deste mesmo cobre pré-instalado em nossas casas.
Mas, como podemos fazer esse uso mais eficiente?
Na física atual, no presente momento da nossa indústria eletrônica, muito se fala sobre supercondutores, sobre super resistores e todo tipo de “super”, os quais são capazes de transportar a eletricidade com mínimas perdas desde o ponto A até o ponto B.
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Mas o que acontece é que, assim fazendo, eles apenas SONHAM ter conseguido criar um mínimo de perdas, pois estão usando e entendendo apenas a vibração dos elétrons. Isso é o que ocorre no momento atual.

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