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COMEÇAR DO INÍCIO – AULA 1

RETORNAR À PARTE 1 DA AULA 4

ESTA É A PARTE 2 DA AULA 4:

(postada em 23 de maio/2017)

00b professor M.T.Keshe

TEMA PRINCIPAL

TECNOLOGIAS DE SAÚDE

AMPUTAÇÃO E CRESCIMENTO DE MEMBROS

A ALMA, AS EMOÇÕES E AS CURAS

TRANSPLANTES E TRANSPLANTADOS

MAGNÉTICO, GRAVITACIONAL, E INTERAÇÕES 

ELÉTRON, PÓSITRON E SPIN

INVERSÕES DE POLARIDADES

 

De muitas maneiras o que temos aqui ofertado à vocês é na verdade um “blueprint do universo”.

A embalagem dos dispositivos mag-grav residenciais foi escolhida especialmente para ser azul. Olhe também para o azul da bandeira da Fundação Keshe e do logotipo do Instituto Espaçonave da Fundação, e olhe também para a cor do planeta Terra. A cor azul se forma naturalmente quando, em uma condição específica, o Nitrogênio é misturado ao Hidrogênio e ao Carbono, e é deste modo que o Oxigênio (da atmosfera) pode criar a cor azul para os olhos de um observador distante no espaço.

Nós somos todos “células de plasma”, e nos encontramos dentro de um plasma e envolvidos em plasmas maiores ainda, depende apenas de qual nível de plasma nós pretendamos nos enquadrar. Cada um de vocês é um plasma atuando aqui no plasma do planeta Terra, e o planeta Terra por sua vez é um plasma dentro do plasma do sistema solar, e assim por diante o sistema solar em relação à galáxia, a galáxia em relação ao universo, e o universo é um plasma do que existir mais além.

e a partir de nós para dentro há ainda um caminho inverso, o qual vai até a primeira repulsão que acontece entre dois raios magnéticos (criando aqueles campos magnéticos que depois formam o primeiro campo magnético plasmático: a primeira partícula). Mas a verdade essencial é que, em essência, é tudo a mesma coisa, TUDO é plasma, e não importa qual cor específica ou matiz de cinza que você observe, tudo funciona sob os mesmos princípios. Assim, se você entende o Todo, você entende como o plasma funciona dentro de cada coisa, e entende a operação da vida física, entende as operações das emoções, a operação da alma, e as operações do sistema solar, da galáxia, e do universo.

O que fazemos no Instituto é incentivá-los a fazerem uma nave espacial, porém o fazemos com a intenção maior de que cada um de vocês alcance a potencialidade de conseguir algum dia produzir seu próprio conforto no espaço, e tendo esta visão “espacial” de sustentabilidade, mais rapidamente e facilmente vocês vão encontrando suas formas de trabalhar com o plasma aqui na Terra, toda vez que experimentam mediante as manipulações com o plasma que vocês vão aprendendo a fazer. Assim, você se baseia nesta parte (foco na sobrevivência no espaço a fim de poder operar em outras situações (soluções aqui para a Terra), quando então temos de julgar a nós mesmos (aceitar responsabilidade) e não esperarmos mais ser julgados (ou dominados) pelos outros. Vocês estudam para aprender a andarem sozinhos com suas próprias pernas e na direção daquilo que vocês são, de quem vocês são, e daquilo que querem fazer. E isso vai prosseguindo até que vocês aprendam a operar tão somente com a parte de plasma.

Vamos às perguntas?

ARMEN:

Tem uma pergunta sobre a utilização de dispositivos Keshe em casos de amputação de membros do corpo. Seria possível aumentarmos de alguma maneira a “informação” (intensidade?) do nanomaterial utilizado para, dese modo, aumentar a informação para o sistema nervoso e assim acelerar a reconstrução do órgão amputado? Ou seja, quebrar o “bloqueio de informação”, e ao colocarmos o dispositivo na posição correta da amputação, a corrente para o sistema nervoso do corpo possa aumentar, aumentando também a velocidade da restauração?

KESHE:

Não há como aumentár a corrente. Não é por aí! O que pode fazer é lembrar / procurar entender como o cérebro funciona e aprender a “cozinhar” com isso. O que Armen está perguntando é se aumentando o número de arames nano revestidos do dispositivo, aumentaremos de alguma forma a taxa de auto-crescimento do órgão amputado. A resposta é não, pois o cérebro trabalha sob uma pré-programação de tempo específica. Você pode trazer esta energia que promove o crescimento (que desbloqueia) para perto do órgão, e é o que temos feito, porém não se pode mudar a programação sobre se o que vai crescer ali vai ser um osso, um nervo, um tecido. Mas o que podemos fazer é “pedir” para fazer o membro crescer bem mais rápido. As emoções focalizadas sobre aquele ponto, pedindo que cresça, entende? Mas definitivamente, até dominar este tipo de coisa você vai ter que esperar mais de sete meses para, com o uso do dispositivo, tudo se restaurar como era antes.

MULHER;

Trabalhar as emoções desta maneira que você diz, acaso seria algo como trabalhar com as memórias (?) humanas, fazendo como Jesus que tinha poder de curar pela fala, pela sua vontade ou mesmo pelas suas mãos?

KESHE,

Não. Não. Aqueles que aquecem suas mãos (passes de Reiki) não são realmente curandeiros. Jesus – abençoado seja o Seu nome – foi realmente um curandeiro pois Ele fornecia aquilo que a alma necessitava (e como resultado o corpo se curava por si próprio). Além do mais, “cura” é uma palavra errada de se usar, e Jesus tentou muitas vezes demonstrar isso. Dar daquilo que a alma necessitava no momento: esta é a verdadeira forma de curar dos profetas! Os demais, que se auto-denominam de “curandeiros”, eles tentam impôr sua própria vontade de mudanças e outras abordagens deste tipo. Jesus, porém, tinha um princípio, que é o de deixar que os mortos sepultem os seus mortos, e isto tinha a ver com suas almas. Restaurar a alma (vivacidade) de gente já morta por dentro é praticamente impossível, e nem com Ele este tipo de coisa funcionava. (você apenas restaura vida de quem possui (ou possuía) uma alma vibrante que permita restauração). Jesus atuava sob um princípio que é o de restaurar a alma apenas daqueles “mortos” cuja alma aceitava a possibilidade de voltarem a rejuvenescer a sua própria fisicalidade. Ele não “levantou” nenhum corpo físico, mas na verdade apenas restaurou-lhes a própria alma dessas pessoas. Os profetas e curandeiros reais, eles não atuam tal como os curandeiros (médicos) atuais, com quimioterapias, passes de energia e coisas do gênero. Então quando vejo pessoas me chamarem de curandeiro, eu dou risada. Se eu sei aquilo que eu sei, e você acaso chame isto de ‘arte de curar’, que Deus lhe perdoe, porque “os Criadores” simplesmente vêm para você para lhe dar (dizer o que fazer) daquilo que eles estão querendo dar (às pessoas), e não daquilo que você estiver desejando que aconteça no momento com as pessoas, ou o que você gostaria de ver acontecer como resposta mental deles (com base na capacidade momentânea de aceitação de argumentos).

Enfim, esta era a verdadeira cura que Jesus oferecia. .

MULHER:

Mas no fim entramos todos de certa forma como curandeiros quando. por meio do uso e aplicação de Gans e nano materiais, promovemos “aquecimento” (energização) dos pontos das mãos e dos pés com o uso das canetas de dor, por exemplo.

KESHE:

Nesta condição você está a oferecer “energia”, mas é o ponto de contato (de recebimento) que, por fim, aceita ou recusa esta “energia”, com base nas condições da alma da pessoa aplicada. É diferente (de como Jesus atuava), pois neste caso (caneta de saúde, etc.) você ainda vai estar lidando com a fisicalidade delas (ao invés de com a alma delas). É por isso que poucos alcançam entendimento da forma de Jesus atuar na Terra, pois Ele simplesmente ignora e ignorava tudo que se referia à fisicalidade.

Ele (Jesus) só fornecia “energia” (vida abundante) à alma humana de quem pretendia curar caso visse que esta se encontrava pronta para recebê-la. Assim, o que quer que você deseje curar, tente focar na alma da pessoa, porque a alma dela é o que você realmente deve tentar diagnosticar (para ver se está pronta para receber). Então, após seu diagnóstico, procure acreditar corretamente no trabalho que Ele (Jesus) está fazendo ou desejaria fazer “com” estas almas. Os curandeiros modernos, eles apenas se encontram transferindo energias, e tal ciência da forma como você entendia até aqui é exatamente o que eles fazem e ensinam. Quer ser um curandeiro? Eu não vejo nenhum curandeiro atuando atualmente, mas sim um monte de pessoas criando/produzindo elas mesmas as suas próprias curas. (Ou seja, mudando suas almas para se curarem).

Até agora a humanidade não têm compreendido direito essa força (as emoções), mas agora com a tecnologia e compreensão do plasma, nós podemos lhe ensinar mais sobre este aspecto,

sobre onde de fato atua este nível da emoção, pois a emoção controla um monte de coisas na fisicalidade.

Vejam, esta (círculo cor preta) é a sua fisicalidade:

A humanidade é basicamente física. Você começa então a entender sobre a emoção e o quanto ela controla esta fisicalidade, porque se ela (emoção) decide ir, a fisicalidade inteira (o plasma, os ganses do corpo) não pode(m) dizer o contrário. Quanto maior a intensidade da emoção, mais alto será o nível de intensidade do plasma em atuação.

E como vimos na figura acima, a emoção está localizada entre a fisicalidade e a alma humana. Variam apenas as palavras usadas: mente e reatividade no lugar de emoção. corpo ao invés de fisicalidade, etc. Você pode até pensar diferente, mas eu procuro ver (alma e emoção) como sendo uma mina bem suprida de (Gans e nano) materiais preciosos, e você só tem que decidir começar a por as suas mãos sobre tais materiais.

MULHER:

E quanto àquelas pessoas que recebem transplantes e depois do transplante parecem assumir uma personalidade diferente daquela que tinham? Algumas chegam até a intuir que seus corpos foram tomados por outras almas. Também é o caso dos esquizofrênicos, que basicamente aparentam ter duas almas em um só corpo, ou casos de múltiplas personalidades, ou questões sobre possibilidade de corpos sem alma (clones). Poderia falar sobre estas situações?

KESHE:

Cada caso é um caso, e cada situação que você citou tem uma condição diferente, e acontece por razões diferentes.

Quando você recebe um órgão transplantado, este órgão trouxe consigo para você as emoções comuns daquele o corpo do qual o transplante veio.

A maioria que começa a aprender no Instituto não sabe nada sobre a criação de uma única célula, e procuramos então ensiná-las isto na seção de saúde.

Quando uma célula é criada, ela é criada da seguinte maneira: quando a emoção vem para o sangue (o transportador da sua emoção), a um nível físico ela vem e se espalha para o sistema linfático. O sistema nervoso, mediante aquilo que atualmente denominamos de nervos, é o que fornece a corrente elétrica – a bateria corporal – que cria, entre o sistema linfático e a fisicalidade, aquele respectivo fluxo de energia correspondente e semelhante “ao plasma” de uma dada célula que está pronta para se formar.

A este plasma correspondente à nova cèlula chamamos de “pilha única” ou de “energia específica”. Cada pilha única (e a correspondente célula que se formará dela) traz consigo também a carga de emoção influenciando sobre a fisicalidade do corpo, e estas pilhas únicas é que constroem todas as células humanas. Então, quando você recebe um órgão de transplante contendo esta célula, juntamente com o órgão foi transplantado ou plantado também no corpo receptor aquela mesma carga emocional da outra pessoa, que esta possuía, e tal carga energética acontece num nível que está entre o emocional e a fisicalidade, ficando perceptível portanto para quem recebeu o órgão. Assim, nas interações seguintes (fase de adaptação pós-cirúrgica), o corpo do transplantado tem que processar mudanças a fim de acomodar isso, e num nível emocional, de percepções ou de memórias, o que o transplantado sente irá depender de qual órgão foi transplantado para ele, pois órgãos diferentes afetarão sua fisicalidade de formas diferentes, do mesmo modo que as emoções que trazem.

Se você acompanha os ensinamentos da Fundação, você entende que no corpo físico há, entre outros, o cérebro, e este é um “contenedor” da parte emocional humana que por sua vez atua também sobre a parte física humana.

Dizemos nestas aulas que na fisicalidade são duas as seções: a parte física propriamente dita e a parte emocional, onde a parte emocional na parte física são de responsabilidade basicamente do coração e dos pulmões.

Há uma correspondência de cérebro versus corpo, e de emocional versus a área do peito (coração e pulmões).

Assim, se você é um transplantado de coração, que é o responsável por parte de sua emoção, a parte principal de emoção do coração transplantado vai querer alimentar a emoção da pessoa com a emoção daquele que o possuía antes, então você recebe como resultado a descarga de várias emoções da pessoa de quem você tomou o coração para transplante, e é impossível ter o coração de outra pessoa sem que o novo corpo receba estas descargas de emoção da pessoa que doou.

Quando você entende isso mediante a nova compreensão do plasma, que viemos explicando na seção de Saúde, você entende claramente que, nesta condição, você tem como se fosse duas pessoas compartilhando o mesmo corpo, pois o coração é o principal órgão alimentador da emoção em um corpo, e o transplantado carregará portanto em sua nova vida transplantada as caracteríticas emocionais do doador sendo compartilhadas com as suas. Deve-se lembrar que quando um coração bate, tem aquelas suas pulsações que são automáticas, ele não faz isto na velocidade que ele quer, mas ele pulsa sempre na velocidade que a emoção da pessoa faz com que ele bata em cada momento. A velocidade das batidas não se regula por conta própria mas é dependente das emoções de cada momento. Quando você está animado, bate mais rápido. Quando você está meditando sem raciocinar muito, bate mais devagar. A velocidade das pulsações do coração sempre reflete a manifestação da emoção.

Então, quando um cirurgião toma um coração de um homem e implanta em outro homem, ele carrega para dentro deste o mesmo mecanismo de emoção do doador e, consequentemente, as duas emoções distintas se entrechocam de vez em quando, e isso por bastante tempo, até que haja acomodação. Será normal ouvir de um transplantado que este sonhou com a esposa do doador, ou que manifestou os sentimentos de amor ou de ódio que este doador tinha antes pelos filhos dele, pois esta foi a extensão da emoção que o doador levou até seu coração, e isto ficou como que armazenado (talvez como resposta automática à uma velocidade de pulsação padrão).

Entretanto, se você receber um outro tipo de órgão que não seja um pulmão ou um coração, aí será tudo diferente, pois estes órgãos têm mais a ver com a fisicalidade do que com a emoção.

Então a ” sobreexistência de duas ‘almas’ num corpo “, neste caso específico, irá depender de qual órgão, se este recebia altas cargas emocionais (armazenadas em suas células mais novas) e o quanto este órgão específico esteve refletindo a emoção da pessoa e por quanto tempo..

MULHER:

Isto vai se diminuindo na medida que as células forem sendo substituídas por células novas no decorrer do tempo?

KESHE:

Jamais. Ficará como uma impressão consistente nele. Quando você muda de coração você não muda o seu DNA, mas você muda o seu RNA, Você altera a gravação sem entretanto alterar o disco que a guarda. Então, o transplantado vai descobrir as emoções da pessoa, e se ele depois do transplante tiver um filho, esta informação poderá ser transferida até mesmo também para a próxima geração.

HOMEM:

Acaso acontece a mesma coisa no caso das transfusões de sangue, quando as pessoas recebem uma transfusão de sangue?

KESHE:

De jeito nenhum. Deixe-me explicar por que, mas não aceite apenas porque estou dizendo, ok?

Este círculo vermelho no quadro é o seu vaso sanguíneo, e os pontilhados em redor são os Ganses que produzem as camadas celulares de grossura desse vaso.

Estes Ganses criam também todo o seu corpo e também produzem os vasos sanguíneos. E, tal como foi explicado antes, os seus vasos sanguíneos, tal como os órgãos de qualquer tipo, refletem as emoções da pessoa apenas em um nível de pré-condição.

Então, quando você recebe sangue de uma transfusão de sangue,

o que dita é o novo ambiente onde este chegou, ou seja, os vasos e o sangue já existente. Para as funções principais de saúde a transfusão funciona bem e a qualidade emocional do novo sangue irá mudar rapidamente para se adequar à fisicalidade emocional predominante do vaso sanguíneo da pessoa, e quase sempre a fisicalidade não quer tomar para si a parte emocional deste sangue recebido, e isto por fim dá a questão por vencida, concluída.

Mas se houver conflito deste tipo, pode haver rejeição, e então o sangue recebido se solidifica dentro dos vasos, e como resultado a vida da pessoa é encerrada.

Ter colesterol elevado, pressão alta e diabetes são situações que podem também influir de algum modo nestas questões (mas não muito).

Gasta-se muito dinheiro hoje para baixar o açúcar do sangue dos diabéticos, mas alguma vez você procurou entender a razão deste aumento da taxa do açúcar? Porque a diabetes se instala? Porquê seu corpo fabrica todo este açúcar? Em quais regiões este açúcar é necessário e realmente útil? – Ele vai ou deveria ir todo para o cérebro (e uma parte para ficar entre o músculo e as camadas de pele, para dar elasticidade). O que é este açúcar? – é basicamente uma ligação de Carbono e de Hidrogênio, uma ligação C-H:

Olhe para a estrutura do seu cérebro e entenderá que lá é onde a maior parte da energia do carbono e do hidrogênio é utilizada. Faz parte da conexão de fornecimento de energia instantânea, e aí é que entra a função do açúcar. Da mesma forma olhe para o estado emocional e verá que aí entra a função do colesterol. O colesterol, na verdade é aminoácido, mas aminoácido é apenas aquela parte do colesterol que tem a ver diretamente com a fisicalidade, apenas.

Então você passa assim a entender as relações envolvidas com aquilo com que está “se conectando”, e estes estão se conectando com o que, e quais as razões para tais conexões e todo o resto. Tudo tem que estar em ordem, mas esta nem sempre é aquela ordem que vocês (e todos os médicos das UTIs) gostariam que fosse.

RICK:

Poderia você repassar outra vez a dinâmica gravitacional-magnética do plasma, sendo desta vez um pouco mais específico quanto à quais forças são chamadas gravitacionais e quais são chamadas magnéticas, e se estas duas são opostas ou não?

KESHE:

Vou deixar o Armen repassar no quadro para vocês o que ele já aprendeu sobre isto, e isto lhes servirá como uma introdução prévia ao tema.

ARMEN:

No quadro, eu desenhei duas entidades, dois plasmas, e cada um deles tem suas respectivas entrada e saída de campos, Suponhamos que um dos lados destes plasmas é a entrada e outro lado é a saída,

e estes campos têm que interagirem uns com os outros e, portanto, de certa forma, alguns desses campos estão vindo para um lado, e alguns desses campos estão vindo para o outro lado, mas também para o derredor, já que alguns deles se conectam à outros campos no universo.

Assim. depende em que ponto destes plasmas nós olhamos os seus campos. Neste ponto apresentando uma repulsão se tem o que chamamos de magnetismo porque são campos que vão para fora. Aqui (ver abaixo, o ponto de transição) é como se fosse um ponto médio entre eles. Neste ponto, uma região de transição, alguns campos magnéicos mudam para gravitacionais, mudando portanto para a força de atração e deixando a partir de então de serem campos de repulsão. E o mesmo acontece deste outro lado: são magnéticos, e a partir do ponto de transição eles mudaram para gravitacionais.

Mas sempre depende de a partir de qual ponto de observação você está observando, porque aqui temos apenas continuidade de campos:

Não há começo (caso um plasma seja gerador), mas por fim acaba adquirindo em definitvo uma entrada e uma saída de campos, e as interações de campos (antes mostradas) criam força de atração que chamamos de gravitacional, e a outra forma de interação cria a força de repulsão que chamamos de magnético. Atração é gravitacional, repulsão é magnetica.

E se olhar para os campos da figura abaixo, no lado esquerdo temos as entradas, ok? E se olhar para os campos do lado direito, temos as saídas ok? E os debaixo, da mesma forma, são também campos com entrada e saída cada um, mas sempre considere que há um monte de campos ao redor também, ok?

Assim, estes campos interagem uns com os outros em muitos tipos diferentes de interações, ok? Entrada 1, saída 1; Entrada 2, saída 2, etc.:

Então a partir disso você tem diferentes tipos de interações possíveis. Por exemplo, se ambos são entradas, e Entrada 1 interage com Entrada 2, em seguida eles tentam se auto-posicionar, e então se terá repulsão / magnetismo. Da mesma forma com 2 saídas. Assim, com polaridades iguais se tem repulsão magnética, como por exemplo duas Entradas ou duas saídas:

E quando temos duas polaridades diferentes interagindo, então haverá uma atração gravitacional, como um puxão, certo?

Não foi listado, mas se tivermos Entrada 1 e Saída 2, também será gravitacional, porque tem polaridades diferentes..

Então façam uma tabela: podemos listar todas essas diferentes possibilidades entre diferentes entradas e saídas interagindo. Então eu sugiro que você escreva num papel esses campos e vá encontrando as diferentes combinações de Entradas e Saídas.

Foi assim que eu entendi essas interações, e com o plasma você tem muitas dessas interações possíveis, pois o plasma é geralmente uma sopa de campos. Não são apenas dois campos, mas sim uma infinidade de campos que estão interagindo uns com os outros.

Repasso novamente ao professor Keshe paa que termine a explicação.

KESHE:

Obrigado Armen. Notei que o que é magnético para mim foi considerado gravitacional para você, e o que foi considerado gravitacional para você é o que é magnético para mim, mas entenda que eu não me encontro apenas olhando para o seu falar em geral, mas é porque eu olho estas interações de polaridades no sentido daquilo que se eu não estou necessitando de plasma então eu passo a doar para o ambiente em redor, e o o que eu necessito de plasma então é isso ou que eu vou tomar do que está ao meu redor. É assim que eu procuro ver.

Você mesmo falou que numa certa condição eles mudam mesmo de um para outro, não é?. O que é gravitacional com o tempo irá se tornar magnético, e o que é magnético com o tempo irá tornar-se gravitacional. Depende, tal como você disse. do olhar do observador, ou seja, de qual ângulo se está observando o fenômeno, e é assim que faço.

Quando você interage, você sempre interage em duas vias ou ângulos (duas formas de interagir), tal como as que são mostradas abaixo. Se você observar bem, trata-se dos mesmos dois plasmas que o Armen desenhou antes.

Recomendo aqui que retomem os ensinamentos bem mais antigos onde eu expliquei sobre a criação do plasma, como ele surge. Isso os ajudará a entender melhor…

Mas quando você tem esta segunda configuração (a da direita), você também pode ter um fator oculto (tal como este ponto vermelho no centro), e com a presença deste fator, os campos vão acabar rotacionando desta forma, fazendo com que o campo faça uma curva desta forma:

Mas, se você puder observar com bastante critério, o que realmente acontece é que aquilo de que eu não estou necessitando eu estou soltando, estou liberando, magneticamente liberando, e se houver por perto uma força gravitacional tomadora, isto que eu soltei é dado à esta que então ela a atrai. Mas você não pode liberar daquilo de que se encontra necessitando já que mantê-la consigo pode, numa condição de balanceamentos entre você e o outro plasma, garantir a sua sobrevivência no meio, certo?

Se você colocar próximos um ao outro o que costumamos chamar de um elétron e um pósitron, qual poderia ser a condição acontecendo ali? A interação entre eles seria assim, ou então assim:

Veja a linha verde. Os pósitrons ainda continuarão tendo a mesma polaridade mesmo depois da interação.

Mas qual é a diferença na interação entre um pósitron e um elétron?

Quando chamamos meios positivos, o plasma está girando no sentido horário em relação à posição do observador, não necessariamente “na realidade”, porque o pósitron poderia estar fazendo o sentido contrário ao relógio caso você estivesse de pé observando ele a partir do outro lado. Por isso depende do olhar do observador. Então se você vê ele trabalhando no sentido horário e outro vê em sentido anti-horário é porque o outro está em uma posição diferente de observação.*

* NOTA DO TRADUTOR: O professor Keshe parece intuir que pósitron não existe realmente, mas que trata-se apenas de nomenclatura apropriada para observador em posição contrária. Mais tarde ele dirá que “alteração de spin” só ocorre num nível de matéria mas não é realidade num nível de plasma.

RICK:

Acaso o pósitron pode ser considerado o elétron que está positivamente carregado, e que após ele ficar carregado positivamente é que se tornou em pósitron?

KESHE:

Não, por qual razão você pensaria assim?

RICK: Bem, é que na ciência atual (não esta nossa aqui) eles dizem que o elétron tem um giro de uma maneira e tem uma rotação de outra forma, e o pósitron tem um giro de uma maneira e tem uma rotação de outra maneira. Isso parece ser o que a ciência diz, nas questões sobre “spin”, mas imagino que você deve pensar diferente sobre isso, certo?

KESHE:

Olhe no meu livro, o que diz sobre, ok?

RICK:

Certo, mas como você define que o conceito de “spin” considera o pósitron positivamente carregado como sendo uma antimatéria?

KESHE:

Na verdade, isso é tudo a mesma coisa, só muda de acordo com o ponto de observação do observador, certo?

RICK:

Em Ciência, matéria e antimatéria não se dão muito bem. Eles também dizem que o pósitron é uma partícula de antimatéria do elétron (as vezes chamada de anti-elétron).

KESHE:

Isto é apenas a maneira como o experimento se comporta em relação à posição de um observador, porque internamente permanece tudo a mesma coisa, certo? Porque se eu estiver aqui (posição 1 da imagem abaixo), isto poderia ser um elétron para mim, mas se eu estiver aqui (posição 2) este outro poderia ser um elétron para mim e o outro poderia ser um pósitron para mim, certo?

Conforme a posição da câmera, o foco muda. Temos de entender que no mundo da Física há um monte de grandes suposições que são feitas, já que eles não podem medir isto de maneira alguma.

Digo que é uma questão irrelevante, já que é do ponto de vista do observador que estamos vendo o ambiente decidir aquilo que empurra.

Posso mostrar-lhe, criando aqui um desenho de um elétron cujos ímãs estão se movendo desta forma, mas se eu mudar alguns ímãs em torno do ambiente, os mesmos ímãs se ajustam desta forma. Note que as posições relativas continuam sendo as mesmas.

Eu fiz isso em algumas demonstrações, porque quando você usa esses ímãs circulares em formato de anel, é muito fácil demonstrar isso com três ou quatro destes ímãs,

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[ Se não conseguiu visualizar o GIF Animado, clique aqui:  ANIMAÇÃO  ]

Da mesma forma, se sobre a mesa um conjunto de seis ou oito ímãs ajustados de maneiras específicas, você pode criar com os mesmos ímãs cargas para avançar, para retroceder, no sentido anti-horário, no sentido horário e às vezes você pode até levá-los a ficar afastados a uma certa distância dos anéis centrais.

Veja este vídeo, mas há outros na Internet com efeitos similares: .

[Estes exemplos foram comentados também na aula: parte 1 da Aula 2]

Mas o jogo de palavras para explicar quem afeta quem, isto é tudo conforme a posição do observador.

Se você produzir um balanceamento de campos magnéticos, ou este balanceamento for em termos de campos magnéticos e gravitacionais, mesmo que mude sua direção, o plasma permanecerá sempre o mesmo.

Já vimos isso diversas vezes na operação daqueles tipos de reatores que chamamos de reatores de gases. O plasma apenas pára de se mover e segue por outro caminho em redor, mas permanece sendo a mesma massa e as suas cargas (ou ao menos as cargas dentro dele – plasma) não mudam. Da mesma forma que o Sol, cuja polaridade do seu campo magnético muda de Norte para Sul, ou de Sul para Norte, a cada 11 anos [mas a intensidade solar continua a mesma].

RICK:

Cientistas estão dizendo que já conseguem alterar o lado para o qual os elétrons giram, fazendo com que, em consequência, as entidades mudem suas polaridades. Mas, como eles fazem isto sem olhar para “os entrecruzamentos de interação de campos” que isto produzirá, você acha que, em termos de campos, será possível que eles consigam “virar tudo de cabeça para baixo”?

KESHE:

Einstein tornou tudo isso muito engraçado, pois ele não conseguia entender bem o que ocorria a nível de plasma. Ele disse que quando se consegue fazer o elétron girar para uma dada direção, o elétron (mais próximo) ou o átomo inteiro também tem que girar, pois você mudou a polaridade dele.

Mas na realidade, se você pudesse olhar lá (a nível de plasma), você veria que isto não acontece. Tal coisa só pode acontecer em alguma condição de estado de matéria.

Em uma condição de estado de plasma (que é o que tudo é realmente por dentro), todo o conjunto irá mudar internamente a fim de se adaptar à intensidade diferente que um componente estiver “vibrando”, e inclusive com as devidas mudanças de polaridade que se façam necessárias.

O Sol altera sua polaridade a cada 11 anos e quando isso acontece tudo nele poderia ser visto como que virado de cabeça para baixo, entretanto o que vemos é que a polaridade da Terra e dos demais planetas não se altera em nada.

HOMEM:

Quando um elétron passa a girar de um lado para outro lado, do sentido horário para anti-horário, por exemplo, suas cargas (positivo e negativo) se alteram?

KESHE:

Não, elas não se alteram. As cargas, (ao menos) as cargas de um plasma, continuam sendo as mesmas. Se não se alteram, a energia continua sendo a mesma.

O pósitron se trata daquilo que chamamos de “a rotação do campo do elétron naquela posição oposta à posição ou visão do observador”, certo?

A velocidade de rotação deste campo pode sim ser alterada, bastando alterar os campos ambientais em redor, o que demonstra que realmente um impulsionador desta rotação realmente existe.

No nível de energias, trata-se da mesma energia.

Caso você mude o ambiente dos campos em redor, o que muda é apenas a forma que este assume (mais energizado, mais intensidade, menos energizado, menor intensidade) [ou volt?]. E se você consegue alterar sua rotação por métodos artificiais, você vai descobrir que este vai começar esta nova rotação sim, mas não vai alterar sua polaridade [ou seja, continuará negativo, como todo elétron é].

Mas estas questões relativas ao pósitron têm muito mais a ver com a rotação do sistema planetário do que você imagina. Agora que temos reatores de plasma para conferir como se comportam estas rotações, já pode ser demonstrado que certas coisas que foram aventadas na ciência consistem apenas de falácias, suposições errôneas que foram feitas, seguidas por sua vez de documentos “científicos” “vencedores” que serviram para confirmar tais falácias e fazê-las “verdadeiras”. Vemos o mesmo acontecer no número de artigos e livros escritos para explicar o porque da rotação de Vênus ser no sentido horário, ou semelhantemente àquilo que chamamos de um pósitron carregado na direção de movimento em sentido horário. Quando a falácia foi ganhando então maiores proporções, passou-se a acreditar normalmente e cegamente que foi o aquecimento do choque de alguma lua ou de algum grande meteoro sobre Vênus, ocorrida no passado, que alterou sua rotação para horário. Mas este tipo de explicação é absurda.

Nós temos demonstrado e vimos acontecer em nossos reatores. Se tivermos (em avaliação) duas específicas condições magnéticas plasmáticas (reatores, planetas, elétrons-pósitrons) envoltos em um ambiente de condição de plasma magnético / campo magnético-gravitacional muito mais forte, então a interação entre estes dois menores pode fazer com que um deles altere o sentido de sua rotação.

Nos nossos próprios reatores, várias vezes buscamos aumentar ou diminuir o campo em volta deles. Então, quando diminuíamos o campo magnético-gravitacional do reator de menor peso, o campo do maior objeto (reator) que estiver próximo à ele fica reforçado, e então muda de polaridade. Então, isto nos mostra que Vênus nunca sofreu aquecimento do choque de um objeto externo. Futuramente isto ficará mais provado.

Deixe-me explicar para você aqui no quadro: Este é o Sol e este é Vênus, certo? Digamos que o momento disso seja a um milhão de anos atrás, ou vários milhões de anos atrás,

e estamos vendo Vênus movendo-se da zona fronteiriça do sistema solar e lentamente se aproximando mais e mais do Sol,

até que chegou o momento em que o campo magnético-gravitacional do Sol em relação ao magnético-gravitacional da Terra se fez ser uma relação tão poderosa que Vênus que se aproximava passou a girar do que chamamos de movimento anti-horário para o movimento horário.

Ele chegou à um certo ponto e se inverteu. Eu li tais pesquisas e estas não são só teorias, pois o campo magnético-gravitacional do Sol vai mesmo forçando ajustes de posicionamento até que a rotação de certos astros (como Vênus, por exemplo) se inverta. O campo do Sol é muito poderoso e tudo que ele faz é “comutar para baixo”.

Eu demonstrei isto pela primeira vez há sete anos atrás lá no laboratório em Teerã. Foi muito fácil verificar isso nos reatores já que tínhamos janelas de visualização (buraco coberto com vidro) na parte superior dos reatores. Então, quando em comparação entre dois reatores aumentávamos o peso do plasma – que corresponde a aumentar a massa – de um dos reatores, o campo deste reator de maior massa passa a ditar sobre o ambiente e este reator de maior massa se torna o ditador da condição do reator de menor massa. Isso é o que descobrimos que acontece quando um campo gravitacional pára (é cortado). Como resultado disso, a massa do plasma é que passa então a ditar a condição.

RICK:

Mas se o Sol rotacionando está fazendo com que seus próprios polos mudem de lugar, então todas as matérias que acompanham o seu campo magnético-gravitacional não deviam ter que mudar de polaridade também?

KESHE:

Não, não. É apenas a “massa total”, a “massa total gravitacional” que muda. Onde a massa nada mais é do que o gravitacional menos o magnético.

E a mudança de polaridade (do Sol ou reator maior) existe apenas para melhor acomodar o fluxo de plasmas, ou seja, para facilitar o ‘compartilhamento’ entre os plasmas da entidade. Entretanto, a própria massa interna não muda em nada; só a polaridade do corpo maior é que se altera. [Keshe estava apontando aqui ao Sol].

Toda mudança de polaridade advém da compressão dos campos. Se tem falado por aí do surgimento de um “segundo Sol”, certo? Você vai descobrir de uma maneira muito simples, pois é bem assim que a maioria de vocês descobrirá, que a mudança da polaridade do sistema solar não é dependente de nenhuma outra coisa senão deste seu sol irmão (seria acaso uma estrela anã marrom?).

Quando um *deles muda, quando de sua “parede” (zona de fronteira) escapam campos suficientes, *este abre caminho a uma mudança de rotação, e o campo maior, que é o do Sol, reage em relação à isso provocando uma mudança de polaridade (a cada 11 anos mais ou menos).

* NOTA DO TRADUTOR: referindo-se AQUI ao tal “segundo sol”. Porém é bom esclarecer aqui que neste momento Keshe apontava para Vênus, mas isso “talvez” por comodidade, para não ter que fazer outro desenho separado no quadro. Não vemos relação de possibilidade de Vênus afetar a mudança regular da polaridade do Sol.

É por este motivo que não vemos alterações de polaridade ou de rotação em nenhuma outra parte do sistema, pois toda esta outra parte (planetas maiores e menore) já encontra-se em paripar com a condição de fluxo de plasma do Sol.

A Terra está num estado de plasma de matérias compostas cujo estado (plasmático) é muito parecido com o do Sol, mas a mudança de polaridade na Terra, entretanto, funciona sob um princípio completamente diferente (ou seja, leva milhares de anos).

Se descobriu quem quando os elétrons se aproximam demais de uma nuclease de alta densidade, eles continuamente mudam de eletron para pósitron no sentido horário, e logo depois mudam de pósitron para elétron no sentido oposto, e isto em alta velocidade. Isto ocorre porque a compressão dos campos desta nuclease decidiu que o mais pequeno, o qual é praticamente nada (pósitron?) se compara à ele (elétron?) [e por isso adquire visibilidade?].

Você deve procurar entender quando falamos sobre as mesmas estruturas atômicas, só que numa escala mais alta, especialmente ao nível das grandes massas, tais como por exemplo um átomo de ouro ou de plutônio ou algo deste tipo, essa massa é enorme no centro, e isso se deve ao número de prótons e nêutrons que ali se encontram muito comprimidos uns em relação aos outros na sua nuclease. Já um elétron dele [que na comparação com a Terra em relação ao Sol] praticamente não tem qualquer massa.

Digamos que o elétron (deste átomo pesado) fique comprimido na sua posição entre tantos outros elétrons, e em relação ao ambiente em redor fique tão comprimido que ele continua a mudar e a mudar o tempo inteiro do sentido horário para o anti-horário, e vice versa, sem parar.

Dependerá apenas de onde este elétron está se movendo. Isso ocorre especialmente na sua zona de fronteira máxima em S1 (ou seja, camada Q deste átomo pesado contendo apenas 1 elétron nesta camada).

Lidar com elétrons é apenas um trabalho de suposições, pois até agora ninguém conseguiu definir tais modalidades (de interações). Um monte de suposições têm sido feitas puramente em cima daquilo que eles acham que de alguma maneira observaram. Você supõe saber algo sobre isso porque descobre que alguns giram em movimento no sentido horário e outros no sentido anti-horário,

porque, tal como eu disse já tantas vezes, sabe-se que Vênus gira na direção contrária (da Terra) e Urano “está pendurado sobre este eixo”. Existe apenas algumas forças de campo que ditam realmente quantos campos podem ir ou podem vir, e é de acordo com estas forças de campo que os planetas (e, comparativamente, também os elétrons) rotacionarão num sentido ou noutro sentido.

Não se esqueçam que a massa total de plasmas que se encontram em estado de matéria no ambiente / espaço físico do nosso sistema solar equivale a tão somente 0,05 (por cento) desse ambiente.

Diante de uma tal referencial, um planeta tal como a Terra por exemplo se faz literalmente irrelevante, não “pesando” praticamente nada para as forças de Campo que se encontram ativas nesta totalidade.

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